quinta-feira, junho 26, 2008

quarta-feira, junho 25, 2008

segunda-feira, junho 23, 2008

sexta-feira, junho 20, 2008

terça-feira, junho 17, 2008

segunda-feira, junho 16, 2008

sexta-feira, junho 06, 2008

quinta-feira, junho 05, 2008

terça-feira, junho 03, 2008

domingo, junho 01, 2008

sábado, maio 31, 2008

sexta-feira, maio 30, 2008

As Papoilas...

Perfil da mulher do signo Capricónio

(de 22 de Dezembro a 20 de Janeiro)

São tantas as nativas deste signo que fazem carreira, que pode pensar que, para elas, o amor e o casamento estão em segundo plano.
No que se refere ao amor, pode estar certo; quanto ao casamento, não.

É necessário que os objectivos desta mulher sejam a segurança, a realização pessoal e a posição social. Pouco importa se essa realização é conseguida trabalhando 12 horas por dia ou ao lado de um marido ambicioso e realizado financeiramente. Mais do que beleza ou a idade, a capricorniana aprecia a capacidade de um homem.

Ela, como todos os nativos do signo de Capricórnio, é trabalhadora, planeia o futuro com antecedência e não tem medo do trabalho pesado, desde que sirva para a sua ascensão financeira. Poucas são as mulheres Capricórnio que não gostam de brilhantes, ouro ou qualquer outro símbolo de riqueza. Na verdade, elas não apreciam a beleza de uma jóia, mas sim o valor!

Ela sonha com o sucesso, mas dificilmente a verá a abrir o caminho à força para alcançar o primeiro lugar. Algumas pessoas podem até pensar que ela vai se contentar com o último posto, de tão dócil que parece ser. Mas adivinhem quem vai chegar em primeiro ou conseguir uma promoção? Ela, claro!

E é essa maneira de ser um pouco sonsa, essa mania que as pessoas têm de achá-la uma pessoa humilde e desprendida das coisas, que faz com que muitos se enganem. Ela pode fingir que está morta, mas nunca está!

Quando deseja algo, vai em frente, determinada a consegui-lo. Poucas são as coisas que ela não consegue, se estiver realmente interessada.

Alguns pensam que ela é ambiciosa, mas esquecem-se de que ela é determinada. Negociar com esta mulher é uma lição de como conseguir as coisas sem pechinchar e ainda conseguir o melhor preço. Ela não suporta pedir ou implorar nada a ninguém - é muito orgulhosa para isso.
Lembra-se do que eu disse sobre a arte de iludir? É incrível como esta mulher consegue convencer as pessoas de que estão fazendo um óptimo negócio ao aceitar os seus argumentos.

Se existe alguém que consegue abrir um negócio sem um tostão no bolso, este alguém é do signo Capricórnio - conseguem tirar leite da pedra! Conseguem levar produtos das lojas sem dar nenhuma garantia, sem dinheiro e sem conhecer o dono! Depois saem para vender tudo pelo
melhor preço da praça. Pagam à loja e compram jóias, roupas, sapatos…
Gostam também de mudar de móveis… precisam de mudar de ambiente para não entrarem em depressão.

Melhor do que dizer "amo-te", é dizer: "és a mulher mais competente que já esteve ao meu lado!"

A capricorniana finge que pode viver sem elogios, mas ela adora ouvi-los! Principalmente se forem relativos ao seu trabalho ou ao esforço físico que faz para deixar a casa limpa. Esta mulher adora saber que é admirada pelo esforço que faz.
Na verdade, ela gosta tanto de elogios que muitas vezes costuma dar algumas indirectas para ver se alguém se toca e fala alguma coisa. Comece a elogiá-la e repare como a sua fisionomia muda conforme as palavras chegam ao seu ouvido.

Ela é capaz de fazer várias expressões, todas fingindo humildade, mas no fundo vai pular de alegria. Não se deixe iludir com a sua pose impassível, pensando que está diante de uma essoa que não sabe o que quer dizer orgulho. Todos os capricornianos são mestres na arte de iludir.

Ela precisa desesperadamente que lhe digam que é boa, bonita, inteligente, trabalhadora... Ela parece ser mais equilibrada emocionalmente, do que realmente é. Às vezes, os seus modos podem convencê-lo de que é tão sólida quanto uma pedra e que nada é capaz de atormentá-la. A verdade é que ela é sujeita a muitas crises de mau humor, e essas crises costumam ser bem duradouras.
Quando elas resolvem que chegou o momento de reclamar, é melhor fugir! Nessas alturas, é melhor estar a uns mil quilómetros de distância, para não acabar por pagar por tudo o que aconteceu de mal com ela.
Sim, elas podem mudar da água para o vinho, ou melhor, do anjo para o diabo, em poucos minutos, e por qualquer coisinha à toa.
Mas não diga que ela está a fazer uma tempestade num copo de água! Diminuir os motivos do seu mau humor é como alimentar a fogo!

Parece que ela teve aulas de boas maneiras e etiqueta na barriga da mãe.

Uma das coisas mais interessantes nesta mulher é a sua educação nata e os seus modos graciosos. Mesmo que tenha sido criada numa barraca,com pais ignorantes, ficará convencido que está perante uma mulher com óptima educação.
Devido aos seus modos delicados e da sua modéstia, ela vai sempre convencê-lo. Não tente vencê-la pelo cansaço; vai acabar por descobrir que ela pode resistir muito mais tempo que você para conseguir o que quer. Ela sabe ser teimosa e persistente quando é preciso.

sábado, maio 24, 2008

Ópera

Flauta Mágica

quarta-feira, maio 21, 2008

segunda-feira, maio 19, 2008

quinta-feira, maio 15, 2008

Aniversário Ricardo

Muitos Parabéns!!! 38...mts bjs

sábado, maio 10, 2008

Jantar no Meco

com a Sara e Raquel

domingo, maio 04, 2008

domingo, abril 27, 2008

Almoço em Almeirim

Visita à casinha em Paços Negros

quinta-feira, abril 24, 2008

Jantar em Setúbal

e ida ao bar "Absurdo"

terça-feira, abril 22, 2008

...de uma amiga...

...tirado de um blog de uma amiga, mas que diz muitas verdades, que fazem muito sentido!...

"Recomeçar depois de…
Todos os dias se olha para trás em busca de mais uma ponta de força.Todos nós temos a tendência de procurar explicações, que passado algum tempo, não têm importância. Quando a própria vida se encarrega de colocar as coisas no devido lugar, sentimos que não era bem aquilo que ansiávamos, porque dói, porque ainda dói.De qualquer das formas os dias passam e acumulam-se em semanas e posteriormente meses… A dor diminui. Deixamos de procurar respostas. Pura e simplesmente deixamos de precisar delas.A vida começa a encarrilar-se como sendo nova. Como se tivesse havido uma quebra. E houve, efectivamente. Houve a ruptura daquilo que era o nosso dia-a-dia antes, e o que passa a ser o nosso dia-a-dia hoje.Há dias em que nos sentimos incompletos, mas há outros em que sabemos que só podíamos ter escolhido este caminho. Que olhar em frente é o caminho.Tudo o que passou e ficou lá atrás, o que vivemos antes e que já não vivemos agora, transforma-se numa imensa bola de tudo. O que foi, o que não foi, o que poderia ter sido, o que nunca será. Os sonhos construídos e os que nunca chegaram a projectos.Apenas encontro uma palavra. Lições. Tudo o que ficou serviu e servirá para nos ensinar. Todos os dias que vivemos, aprendemos. Nada acontece por acaso, se não é por um motivo, é por outro. Mas tudo tem uma razão de ser e de existir."

segunda-feira, abril 21, 2008

Almoço em Leiria

...o tal arroz de pato...hummm

quarta-feira, abril 16, 2008

terça-feira, abril 15, 2008

Jantar a dois...

...e ficámos na nossa casinha nº5...

quarta-feira, abril 09, 2008

Boa!!!

...e hoje alugámos a nossa casinha...

quinta-feira, abril 03, 2008

Aldeia do Meco

...mais uma casinha por estas bandas...UAU k bom!!!

quarta-feira, abril 02, 2008

"Romance

Olha o mundo.
E faz perguntas, como se nascesses agora, sobre o que vês.
Sobre o que é a luz, e a realidade, e a subtil diferença
Entre o superficial e o profundo.
E então, se quiseres mesmo, talvez
Consigas entender o que sinto na tua presença.
E consigas perceber o que é renascer a cada momento,
E ter uma luz diferente cada dia.
E saber que o que sou é porque és,
E que sem isso nada mais é que deserto.
E que se te pareço a ti incerto,
A incerteza é tua porque para mim não há
Juras e promessas além de ti,
E leis além do que me dizes e olhas.
E quero, isso quero,
Quero-te amar não ao ponto de dar a minha vida por ti,
Mas ao ponto de dar a minha vida contigo.
Quero amar-te não ao ponto de dar a minha vida por nós,
Mas sermos nós a minha vida.
E quero amar-te para além do significado das palavras
E para além do significado do amor,
Mas nunca para além do teu significado.
E se não quiseres,
Não precisas de querer.
O amor não se quer, cria ou transforma.
Existe, em mim, por ti até morrer,
E se não existe em ti, nada a fazer, pois não se forma."

by Pedro Leitão

terça-feira, abril 01, 2008

"O Almirante"

Jantar de despedida para o Rui Fonseca.
...até já...

sábado, março 29, 2008

EXPECTACULAR!!!

Cercal do Alentejo/ Herdade do Reguenguinho
e descubra a felicidade...
um monte de cinco sentidos: o tacto, o gusto, o vedere, o olor, o oirum monte alentejano nada convencional, em que as paredes caiadas de branco são substituídas por laranja vivo, que em tudo é diferente e que ambiciona criar uma atmosfera chill out, de tranquilidade, e muita vontade de estar…esta é a filosofia de quem concebeu o espaço com apurado sentido estético, originalidade e criatividade na arquitectura e nos interiores
detalhes que deixam antecipar uma vida ligada às artes, neste caso à publicidade, que foi trocada pela calma alentejana
no reguenguinho tudo inspira tranquilidade,
a começar pela bonita estrada de acesso,
as boas vindas do relações publicas da casa, o Vasquinho,
e o tom doce com que nos recebem, só se pode ficar de bem com a vida…
à entrada da casa, uma antiga prancha de surf em madeira apoiada na armação de uma maquina de costura, e as fotografias a preto e branco das viagens da Susana
tectos altos, paredes em taipa, uma mescla perfeita de peças antigas e contemporâneas, com elementos étnicos, da índia e marrocos, a dar muita personalidade a este espaço
na sala os sofás de design contemporâneo estão arrumados em redor da lareira,
uma original parede em taipa separa a sala do lounge indiano,
uma área chill out, em que a entrada é feita por uma porta indiana em madeira, com grandes almofadões brancos pelo chão, janelas imensas e uma magnifica vista para o campo…
a criar a atmosfera, boa musica e excelentes livros de viagens, fotografia, arquitectura, pintura, e decoração
as grandes janelas dão acesso a um deck em madeira, com espreguiçadeiras, pleno de sensualidade e onde o final do dia apela aos cinco sentidos…
a sala de refeições é maior divisão da casa e que acaba por funcionar como biblioteca, com livros sobre a obra de Paula Rego, Miro, Matisse…e que se prolonga sobre um alpendre onde as refeições também podem ser servidas
o pequeno almoço, para além de delicioso, é servido até às 12h
e ainda que faça parte das áreas comuns, sugerimos uma boa desculpa para ir até à cozinha…original, imaculada e bonita, um prazer para os sentidos… simplicidade e pureza nas linhas, paredes pintadas de encarnado, metal, cimento polido e louceiros em casquinha
os quartos, alinhados ao longo de um alpendre, são todos diferentes, cada um com a sua cor e com o nome dos cinco sentidos
as camas são grandes , com várias almofadas e uma mantinha aos pés da cama e originais cabeceiras, criadas a pensar em cada um dos quartos
um estilo hippie-chic, aparentemente relaxed mas com muito conforto
por todo o espaço se encontram inúmeros recantos a preservar a intimidade e a apelar à descontracção
um quadro de xisto junto à piscina, sugere actividades para o dia, passear de bicicleta pelo campo ou descansar…que é de borla
a piscina a quebrar sobre a planície, é a perfeição na cor, simplicidade e localização, tem espreguiçadeiras, camas repletas de almofadas e uma bucólica vista sobre a imensidão dos vales e das colinas onde se acendem luzinhas ao cair da noite
a acompanhar o momento, uma sangria de champagne ou uma caipiroska com muita lima, porque na herdade do reguenguinho quer-se chill out sem fundamentalismos

sexta-feira, março 28, 2008

Cinema

"10.000 AC"

quarta-feira, março 26, 2008

Hoje quero ...



... apetece-me...

terça-feira, março 25, 2008

domingo, março 23, 2008

Domingo de Páscoa

Almoço de Família em Caxias...night with you...

sábado, março 22, 2008

Cinema

C.C.Colombo, cinema: "Horton e o país dos Quem" e parque de diversões...

sexta-feira, março 21, 2008

Sexta-feira Santa

Passeio ao Castelo de Almourol e ao jardim de Vila Nova da Barquinha.

quinta-feira, março 20, 2008

Quinta-feira Santa

Tolerância ... e passeio em Sesimbra.

quarta-feira, março 19, 2008

Feliz Dia do Pai!

Cinema: "As Winx" e jantar.

terça-feira, março 18, 2008

... gostar de alguém

"Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós. "
by Alvim

segunda-feira, março 17, 2008

k bom amor...

k bom amor...
k bom que foi o fds com as miúdas,
jantar fora na sexta,
praia da Eiceira no sábado,
enfim...
bom, mt bom
e hoje...
vamos dormir coladinho um ao outro...

sexta-feira, março 14, 2008

“Selvagem”

Quando me despir totalmente e ficar bem provocadora,
vou sentar-me em cima de ti!
Beijo-te sem timidez nenhuma e
quero sentir-te quase de imediato a “rebentar” dentro das calças!
Dispo-te enquanto te cubro de beijos
e tu tocas-me já descaradamente,
num claríssimo apelo àquele .... meio “selvagem” que por vezes fazemos,
cheios de desejo impossível de conter!

quinta-feira, março 13, 2008

...hoje...contigo !!!

Nobody knows
Nobody knows but me that I sometimes cry
If I could pretend that I'm asleep
When my tears start to fallI peak out from behind these walls
I think nobody knows
Nobody knows, no
Nobody likes
Nobody likes to lose their inner voice
The one I used to hear before my life
Made a choice
But I think nobody knows
No, no
Nobody knows,
no Baby
Oh, the secret's safe with me
There's nowhere else in the world that I could ever be
And baby, don't it feel like I'm all alone
Who's gonna be there after the last angel has flown
And I've lost my way back home
I think nobody knows, no
I said nobody knows
Nobody cares
It's win or lose, not how you play the game
And the road to darkness has a way
Of always knowing my name
But I think nobody knows
No, no
Nobody knows, no, no, no,
noBabyOh, the secret's safe with me
There's nowhere else in the world that I could ever be
And baby, don't it feel like I'm all alone
Who's gonna be there after the last angel has flown
And I've lost my way back home
And no, no, no, no,
noNobody knowsNo, no, no, no, no, no
Tomorrow I'll be there, my friend
I'll wake up and start all over again
When everybody else is gone
No, no, no
Nobody knows
Nobody knows the rhythm of my heart
The way I do when I'm lying in the dark
And the world is asleep
I think nobody knows
Nobody knows
Nobody knows but meMe
Nobody knows
Nobody knows but me that I sometimes cry
If I could pretend that I'm asleep
When my tears start to fallI peak out from behind these walls
I think nobody knows
Nobody knows, noNobody likes
Nobody likes to lose their inner voice
The one I used to hear before my life
Made a choice
But I think nobody knowsNo,
noNobody knows, noBaby
Oh, the secret's safe with me
There's nowhere else in the world that I could ever be
And baby, don't it feel like I'm all alone
Who's gonna be there after the last angel has flown
And I've lost my way back home
I think nobody knows, noI said nobody knows
Nobody caresIt's win or lose, not how you play the game
And the road to darkness has a way
Of always knowing my name
But I think nobody knowsNo,
noNobody knows, no, no, no, noBabyOh, the secret's safe with me
There's nowhere else in the world that I could ever be
And baby, don't it feel like I'm all alone
Who's gonna be there after the last angel has flown
And I've lost my way back home
And no, no, no, no, noNobody knows
No, no, no, no, no, no
Tomorrow I'll be there, my friend
I'll wake up and start all over again
When everybody else is gone
No, no, noNobody knows
Nobody knows the rhythm of my heart
The way I do when I'm lying in the dark
And the world is asleepI think nobody knows
Nobody knows
Nobody knows but meMe

quarta-feira, março 12, 2008

...entregarmo-nos aos braços da felicidade

Lembrar é bom, ocupa o tempo e motiva-nos para continuar a seguir em frente, quem não valoriza o passado, fica perdido no presente e com certeza não conseguirá ter um futuro de sucesso.
Pois o que fazemos hoje é o resultado do que plantamos ontem, ou até mesmo, somos a aprendizagem do que exercitamos em dias passados.
E nessa conjugação, de verbos no passado, presente e futuro, que vamos pincelando na tela da vida uma paisagem de vitória.
Quem muito planeia e não deixa algum tempo para o inesperado, não consegue perceber a chegada das oportunidades e estará sempre de portas fechadas para as novas experiências. Complicar é fazer da vida uma guerra, guerra contra o relógio, guerra contra a saúde, guerra contra si próprio.
O relógio é um bom aliado para quem é organizado, mas não para o lunático do tempo que desperdiça a vida contando e recontando os minutos.
Para mim, viver é muito simples.
É fácil entregarmo-nos aos braços da felicidade, só basta ter um olhar cuidadoso em cada canto.

domingo, março 09, 2008

Chocolate para dois...

Fondue de Chocolate e comemo......................nos

sábado, março 08, 2008

Que Surpresa!

...pois é...apareceste de surpresa na festa, e foi muito bom, tipo cena de filme
após tantos kilómetros depois de uma semana de férias na neve, as saudades falaram mais alto e vieste ter comigo, esperáste na fila para entrar mas valeu bem a pena!
K bom amor!

sexta-feira, março 07, 2008

Jantarada e Festa!

É hoje a Janta das Mulheres e a Festa no Teatro da Comuna!

quarta-feira, março 05, 2008

1 sms tua...

"Bom Dia amor,
Isto agora já está melhor, a temperatura já subiu para os -13 graus...
Fomos apanhar o autocarro para Andorra La Vella, mas as viagens foram suspensas por falta de condiçoes. Ficámos entao em Pas de la Casa.
Amo-te.
Bjs"

domingo, março 02, 2008

Sms' s tuas...

Sms' s tuas...que caem no meu telemóvel ...e que me acordam
...que bem que sabem amor...
e melhor ainda ... ouvir-te dizer que já sentes saudades minhas...
bjs, mts bjs com saudade

sábado, março 01, 2008

Acordar no teu peito...

Como é bom ser acordada por ti...
... e que bom que foi...tudo...
até o pequeno-almoço que tomámos no café antes de partires
com os teus amigos para a neve...
cuida de ti amor...e volta rápido!

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

“As mulheres podem ser adoradas ou ...”

Confesso que não me hei-de esquecer da máxima,
do meu (tal como ele disse) "ex-primo Gil"
que “As mulheres podem ser adoradas ou abandonadas.”
e que "... Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz e esquecer o passado,
porque este não volta mais".
Porém, a minha máxima é:
Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito.
Um que se chama ontem e outro amanhã.
Portanto, Hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver!
... e que vença o amor!!!

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

por ti...

“O amor é paciente, não se apressa a construir aquilo que está tentando edificar".
“O amor é bondoso”, é terno, preocupa-se com o estado emotivo da outra pessoa.
“O amor não é ciumento”, deposita fé e confiança na pessoa que ele ama.
O ciúme é desconfiança de si mesmo.
“O amor não é orgulhoso”, não é arrogante.
Sabe quando baixar a cabeça e reconhecer que estava errado.
O amor não age impropriamente.
O amor não procura seu próprio interesse.
O amor não provoca facilmente a ira
O amor não anota as faltas cometidas.
Não espera uma ocasião para “jogar na cara” da pessoa.
O amor não debocha, não goza das fraquezas da pessoa amada.
O amor tudo suporta, tudo aguenta,
O amor tudo crê,
O amor tudo espera, tolera!!!

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Olha-me nos olhos...

Olha-me nos olhos,
E não mais palavras que isso.
Para quê mais imperfeições
Que a perfeição que diz tudo?
Palavras.
Não gastes o que não tens,
Não uses o que não possuis,
Não te arrependas do que não dizes,
Não te limites a ver: olha somente.

Por uma vez, por um momento,
Olha com olhos de quem não vê,
Olha com olhos de quem sente.
Olha com o olhar cego e perdido
De quem olha por não saber que olha, de quem olha por não saber olhar.
E olha, e não tenhas pressa.
De aprender,
De te prender,
Não tenhas pressa.

Porque tudo acaba um dia, sabes,
E a eternidade está cada vez mais curta,
E o para sempre teima em não ficar,
E o para sempre acaba,
E o nunca esvai-se cada vez mais rápido...
Deixa-te ir pelo olhar cego e pela mão invisível,
Que te guia nele,
Sem te prender, porque o amor é prisão com a porta aberta.
Nada te prende nele. Sem ele, nada te liberta.

Aprende agora a ver, como se abrisses os olhos
Pela primeira vez nos meus.
Aprende a ver o que é agora, e a não desejar mais que isso,
Nem mais tempo que o que temos, ainda que não saibas quanto é,
Pois se o rio não sabe onde corre, nem chora quando seca.
Faz do olhar prolongamento da alma,
(Tão urgentemente como da morte prolongamento da vida)
E das palavras artefactos obsoletos da futilidade do mundo,
E do tempo ferrugem que corrompe a perfeição,
E não digas nada que o silêncio diga melhor.

Apenas o teu olhar, sem palavras, apenas isso.
Fora de perseguições inúteis de desejos e ideais,
Perfeições e imortalidades,
Existências inexistentes e improváveis.
Amor? Não mais que vês.
Não o que observas, não o que reflectes, não o que passas pelo filtro da razão,
(Qual pura impureza da emoção).
Amor.
Nada senão o halo etéreo a tender para o inexistente, condensado no espaço vítreo e efémero do teu, amor, olhar.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Finalmente!

Finalmente!... o amor falou mais alto!
...e como falou...

sábado, fevereiro 23, 2008

Almoço em família em Colares

É sempre muito bom e calmo estar com quem se ama...

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

P.S. - I Love You

Muito Giro!!!
Cineminha com as amigas gajas...

domingo, fevereiro 17, 2008

Coffee expo

trés bien...

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Sexta-Feira...Cine

Cineminha com as amigas gajas...
"Sweeny Todd"

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Feliz Dia dos Namorados!

...e mais logo vamos jantar...

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

...outra vez...

...outra vez...esta semana!

terça-feira, fevereiro 12, 2008

É Amor!!!

Não, não acabou.
Já desejei que tivesse acabado;
gostava de ter lavado de ti as minhas mãos e ponto final parágrafo,
mas dou por mim aqui, na tua casa,
neste sítio contigo dissimulado dentro.
Pestanejo e cá estou, jazente e escondida,
no único lugar onde sei que te tenho;
onde já te amei tantas vezes que enjoei o salitre do teu corpo;
e onde exorcizo a minha banal existência, exagerando-te e ampliando-nos.
É por isto que preciso de continuar a querer-te (porque sei que tu me queres!)
com a desmesura com que se quer nos filmes mudos,
e a escrever o arrebate das tragédias a preto e branco,
com grandes planos que são grandes demais
e gestos de amor abruptos,
como saltos de insecto ou cortes inesperados na fita.
É aqui que te esqueço e repudio
e me apaixono por ti uma e outra vez,
e onde às vezes mais não és do que uma lembrança.
Aqui,
prometo-te a eternidade adiada,
enquanto fazemos amor,
enquanto conferimos os dedos um do outro,
e as brancas no cabelo.
Aqui,
deixamos o telefone tocar e a porta bater,
e eu engulo todos os sons que não sejam o das nossas respirações em dueto.
E esqueço-me de quem sou,
querendo-te para o resto da vida
e mais um dia, e dizendo-to avidamente.
Por isso, não, não acabou:
estarei condenada, parece, a voltar aqui, a voltar a ti!
Tal como tu,
condenado a quereres-me, a desejares-me sempre,
num impulso e a uma distância sem remédio.

...mais uma vez, senão a melhor, ficámos!!!

Foi bom demais!
Finalmente abriste o teu coração para me falares do que sentes...
e eu sempre soube...,
mas é bom demais... ouvir essas palavras saídas dos teus lábios...
ADORO-TE !!!

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

...e a semana começou da melhor forma...

ahh pois é !
"Contigo tenho dias"...começei por dizê-lo, hoje é o "tal" dia!

__________ / / __________


E fui buscar as coisa da Mafalda, ufa que alívio!

domingo, fevereiro 10, 2008

...em casa da mamã...

foi diferente e calmo!

sábado, fevereiro 09, 2008

Almoço com a família

em Oeiras e estávamos todos juntos, muito bom!

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

...jantar...

Jantar na Parede...até tarde ou cedo...
(03h00)

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Feriado

Um feriado com troca de mensagens, humm, interessante...

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Festa de Carnaval

a bombar!
...até havia piratas...

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Mais uma 6ª feira de Festa!

6ª feira! Festa e convívio com os Amigos!
Muita gira!!!

quinta-feira, janeiro 31, 2008

...ficámos..

outra vez...

quarta-feira, janeiro 30, 2008

e + 1

foi ...

terça-feira, janeiro 29, 2008

Lições de vida

vida .....passa tao rapido.. como areia que suavemente desliza entre os dedos e quando nos damos conta nao somos mais que vestigios do que deslizou no tempo.ficam recordaçoes, pequenos momentos, pequenas historias que surgem a memoria de quando a quando com um trago doce amargo pois lembam-nos que nao sao mais que momentos passados.. passado. lutamos tanto por sonhos, desejamos, esperamos e desesperamos para que todo em suma se reduza a apenas mais um ficheiro no arquivo mental.podemos lutar contra tudo menos contra o tempo.."entao vive cada dia como se fosse o ultimo"-pensas tu agora eu tambem ja pensei assim mas tive tantos ultimos dias que nao queria que o fossem, nao queria ver acabar.. quando lutamos tanto, contra tudo e todos, por todos e se perde tudo começa-se a ter nada mais que a sensaçao de derrota, olha-se em redor com a percepçao que tudo em volta que temos de bom tera um fim, amigos seguem seus rumos, amores acabam, filhos crescem.. tudo..olha-se em volta com "olhar distante" como frequentemente a mim se referem, é verdade..vagueio com frequencia o olhar, pela janela observo quem passa, imagino o que pensam, vejo vidas mundanas nas quais nem sequer existo ou estou apenas de passagem e mais reduzida me sinto face a imensidao..refugio-me entao no meu pequeno mundo de memorias onde sou senhora, dona e rainha pois apenas recordo o que nao quero esquecer e.. a dor é saudade.. eu ja fui feliz..escolho entao ser menina para quem as batalhas nao sao mais que soldadinhos de chumbo nas maos de uma criança..e sonho ser feliz.o meu pequeno é um jardim de silencio onde so entra quem eu quero.. é la que quero estar.. la eu rio, mas um riso que vem de dentro em vez deste sorriso que colei na cara e normalmente uso por.. sei la.. por nao querer admitir "eu tambem choro"..ja tavei tantas batalhas e perdi muitas delas, mas no fundo venci todas em força e coragem tantas vezes sozinha, mas sem lagrimas.. a minha força de viver foi sempre mais forte que qualquer derrota, mais forte que eu mesma.. sabes que as grandes causas comovem em massa, sao largamente publicitadas e avivam sentimentos nobres mesmo nos mais distantes e frios, entao, todos cumprem o socialmente correto e aprovado distribuindo donativos pelos mais diversos peditorios, se nao for por mais, para comprar a sensaçao de "dever cumprido".. materializam tudo..aquando isso ficam em mares de esquecimento as verdadeiras batalhas navais que sao a realidade de vida de humildes mortais como tu.. como eu..essas sim por vezes atingem proporçoes tais que mitigam da mente qualquer coragem ou esperança, destoem, saturam, cansam..bastava por vezes o abraço de um amigo sincero, mas.. ja nao ha quem nos olhe nos olhos, nos leia a alma e a lave chorando connosco.."nao é a solidao que faz um homem sozinho, é a paz na dor".. que sei de cor..estou cansada..rapidamente repito para mim mesma "eu nao vou fracassar", analizando o meu percurso constato que realmente nunca o fiz mas estou verdadeiramente cansada..rio, ando sempre bem disposta, tenho animo para mim e para todos, estou sempre pronta para dar a mao quando eu mesma escondo a agonia que me invade o peito e sufoca.. consome a alma..quero poder chorar, quero de volta a esperança que me levava a dizer sempre "eu nao desisto", quero ter força para seguir, ter o meu sorriso de volta e poder deixar que simplesmente me olhem nos olhos..deviamos todos nascer com o direito de ser amados tal como amamos, em todos os sentidos que a palavra inclui..era mais justo.

terça-feira, janeiro 22, 2008

e ficámos...

muito bemmm...

sábado, janeiro 12, 2008

Cinema com a filhotinha Mafalda e jantar de Amigas

...k bem k sabe estar com as AMIGAS !!! *****

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Contigo, tenho dias.

Contigo, tenho dias.
Dias, em que a habitual indiferença quanto às andanças do teu destino dá lugar a uma precisão urgente, como uma sede de náufrago ou um desejo de grávida.
Tenho dias, contigo.
Em que és o Sexo e a Palavra, o sítio onde trabalho, a casa onde vivo, o ar que respiro.
Em que és o ronronar abafado da máquina do café, o correr da chuva no algeroz do prédio, a humidade esconsa da minha rua, reflectida no macadame.
Pequenas coisas te despoletam, pode ser o cheiro de outro homem,
a declinação de um som ou o teu nome abreviado nos contactos do telemóvel.
Pequenas coisas,
mas nem por isso aprendi ainda a identificar os sinais: quando me chegas, já vou tarde.
E então fico quieta, à espera, enquanto passas por mim, ocioso, como um domingo,
um passeio dos tristes, uma ida às queijadas ou ao hipermercado.
Contigo, tenho dias.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

...quase...

... a fazer ... um mês...

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Parabéns Mano!

Conta muitos, com muita saúde e alegria!!!

segunda-feira, dezembro 31, 2007

...desejos...

As passas engelhadas no côncavo da minha mão, e todos os desejos se concentram na tua ausência, tridimensional e luminosa.
Percebo o chocalho alegre dos que mais amo, alheia, enquanto tu me acotovelas o coração, ultrapassando-os à má fila e sem vergonha, um esfomeado na fila para o pão.
Amontoo os frutos secos num recanto vago da boca, do qual afasto a língua, levemente enjoada. O primeiro desejo é o de que baixes a guarda, para que eu te faça meu prisioneiro de guerra, após o que te obrigarei a derrubares todas as pontes entre nós.
O outro, o terceiro ou quarto, nem sei (como se não fossem todos o mesmo)
é o de que não me esqueças, não me esqueças,
e também, sim, pois claro, que eu tenha muita saúde e boa forma,
para te amar num corrupio atlético noite dentro, quando o momento chegar.
E dinheiro, também, para comprar rejuvenescimentos, penteados,
sapatos que me ponham alta e roupa reduzida que te fará derrapar
quando travares a fundo nos meus decotes (porque há sempre uma esquina onde nos poderemos cruzar, quem sabe, sexto, sétimo desejo).
Com uma bochecha de esquilo guloso, esgotados os abraços,
o recanto da boca, o delírio e o espumante no copo,
fecho os olhos e peço noção, meu Deus!,
um bocadinho de noção do decoro, de bom-senso, do real.
Porque esta estranheza que sinto por ti
me tornou fútil, levitante, vácua e inconsequente. Previsível.
E sem um outro objectivo que não o de chamar a tua atenção onde calha: aqui, ali...

domingo, dezembro 30, 2007

Dia de Aniversário

mais um que já cá mora!

sábado, dezembro 29, 2007

Cinema com a Mafaldinha

...fomos ao Mac ... e fomos ver "Alvin e os Esquilos"
adorámos!!!

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Visita à Luísa

...e mais um b.. k me foi dado

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Fazendas de Almeirim

Jantar nas Fazendas
k bom...

quarta-feira, dezembro 26, 2007

k bom...

o calorzinho que se faz sentir
aqui em casa...
e estamos nas limpezas...

terça-feira, dezembro 25, 2007

É Natal ! É Natal !!!

Desejo a todos um óptimo Natal, com muita Paz, Saúde e Amor !!!
Tudo de Bom !
O meu está a ser...com a família reunida, bjs a todos!

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Véspera de Natal !

Hoje, o jantar da Consoada vai ser em minha casa,
depois da festa, de ontem, de aniverásario da Mafalda
vamos continuar em festa cá em casa...este ano está a ser especial

domingo, dezembro 23, 2007

Aniversário da Mafalda

Parabéns Bébé!!!
Amo-te Muito!

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Ena!

E lá vamos outra vez de férias...!
Ena que bom!!!

domingo, dezembro 16, 2007

Circo

Almoço em Família e depois Circo,
no Coliseu dos Recreios, às 18h00...

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Sonhos??

Sonhos que sonhamosdurante a nossa vida...
Sonhos que desejamos tornar realidade...
Estar num instante de magia,entrelaçados, a nos amar,
beijos e carícias trocar,nossos desejos saciar,
e assim, o gozo do amor,possamos alcançar...
E que não sejam apenas sonhos...
Sejam a realidade sonhada...
Prazeres já sentidos,que os fazemos repetidos...
Gozo já provado,do nosso jeito apaixonado...
Beijos de amor trocados,em prazeres conquistados...
Serão apenas amores sonhados??????
Ou foram amores vivenciados??
Se são sonhos de amor,
São sonhos que á vida dão mais côr...

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Desisti de compreender, Para passar a aceitar.

Desisti de compreender, Para passar a aceitar.
Não podemos exigir demasiado das pessoas
que não estão preparadas o suficiente Para conseguirem aceitar e avaliar de forma fidígna,
tudo aquilo que temos Para entregar.

Podem inventar equações múltiplas,
teorias sobre a lei da relação que se faz com base em distância e liberdade,
que não há nada que esconda a limitação do próprio consciente.

Quando dizemos que gostamos de alguém,
a maior parte de nós,
não compreende a multiplicidade de reacções que provocamos no destinatário,
nem de resto, isso nos importa.
Até porque ninguém quer saber dos sonhos que o parceiro do lado tenta alcançar.
Somos sempre egoístas o suficiente,
Para pensarmos naquilo que temos e naquilo que podemos vir a ter,
ao invés daquilo que podemos dar.

Durante tempos,
julguei não ter quantidade ou qualidade suficiente Para entregar
a uma relação baseada em afecto físico e emocional
e por isso mesmo não permiti a mim mesma uma segunda oportunidade.
Errar custa-me,
ainda que aprenda com isso, o suficiente Para voltar a seguir a mesma lógica,
ainda que por um período muito mais curto.

Queria voltar a ser adolescente novamente e a conseguir perspectivar esse sonho que tanto abraço como sendo meu.
Há pessoas que passam e não deixam marca,
apenas porque não arrancam uma impressão segura daquilo que somos.
Por isso mesmo é preciso escrever, gritar, explodir.
Contar as estrelas,
conjecturar novas constelações e deixarmo-nos perder no espaço.
Eles que saibam que o valor que temos é um dado adquirido e que por isso mesmo,
não é o facto de nos sentirmos usados que vai alterar esse facto,
apenas nos envaidece e nos torna mais corajosos e dignos.
Aceito que nem toda a gente mereça aquilo que tenha Para dar,
que sei agora ser suficiente Para fazer alguém vomitar de tanta felicidade.
É algo que não posso deixar de me sentir entusiasmada e ansiosa,
já que quando chegar o momento certo, eu vou ter realmente muito Para oferecer.
Tudo se resume à intensidade que depositamos no momento em que nos entregamos,
no qual a coerência não entra e muito menos a frieza desumana.
Queremos todos o prazer agarrado à tesão fácil e indiscriminada,
noites sem fim a acordar sem perceber muito bem onde,
valores que são suprimidos e encolhidos,
auto-estima baixa em demasia, orçamentos vazios em compaixão ou ternura.

Passei a aceitar
então isto mesmo e que por isso mesmo,
gosto cada vez mais de mim.

Talvez porque faço da sinceridade
a palavra fundamental
no decorrer da minha vida,
porque me acompanha desde a minha fundação
e que é nisso que reside uma das minhas maiores características.

Acima de tudo,
estou feliz por estar convicta daquilo que sou,
daquilo que quero
e espero daqueles que me acompanham
e que aquilo que tenho Para dar
é mais do que aquilo que a maior parte tem porque merecer.

É nesta deambulação de palavras e registos,
que admito que por isso mesmo,
não me posso sentir culpada
por algum dia me ter entregue a quem nunca valeu a pena.

Quando se gosta, mostra-se, entrega-se, preserva-se.
É um acto inerente à condição humana
e não há como lhe dar a volta.
Podemo-nos enganar,
inventar mentiras estreitas e perfeitas
sobre o fim de algo que nunca começa na verdade,
que no fim,
os sonhos hão-de ser os mesmos,
em todos os lugares.

Fica tanto por dizer,
tanto por explicar
e ainda assim,
tanto que aceitei,
mesmo sem ter sido preciso escutar.
A perspicácia acompanhada com um grande orgulho na pessoa que me olha,
cada vez que me vejo reflectida no espelho
mostra a pessoa segura que sou,
excepto quando sei que percorro um caminho sozinho e às escuras,
quando era tudo menos aquilo que se pretendia.

A maior parte, ainda não ultrapassou o complexo “Dirty Harry” e por isso mesmo,
só dá valor àquilo que tem, quando já estamos sozinhos e sem rasto de coisa nenhuma.
Não sabemos o que é gostar e por isso mesmo, agarrámo-nos à primeira pessoa que com um toque de retórica e bom gosto nos parece ser o desbravador de um novo tipo de sensações.
Não há dúvida persistente,
apenas certeza de ter finalizado aquilo que
noutra circunstância teria durado tempos indeterminados
e tempo não é algo que se possa desperdiçar
com quem não tem condições intra-pessoais Para o gastar,
seja com quem for.

O que me confunde mais é a cobardia,
misturada em vontade de arquitectar um sentimento indesejado no destinatário.
Isso não compreendo nem aceito,
seja de que remetente for enviado.
O que me irrita mais é a tristeza disfarçada de comiseração
e vontade de foder tudo e todos, sem aviso prévio.
Há aqueles que ficam tristes,
consumidos pela sua própria tristeza,
quando tiveram tudo Para se verem livres dela.
Foi esta a minha maior luta
e talvez seja altura de desviar o padrão
e constituir um novo rumo à empresa que tanto se anuncia.
Como sou inteligente, estive sempre consciente do que tinha Para enfrentar,
assim como estou consciente agora que abandono,
sem qualquer tipo de dúvidas na minha consciência.
Até porque dúvida é algo que não existe, quando gostamos de alguém.
Tudo é certo e conciso e eu não me licenciei em Orientação de Sentimentos,
apesar de ser algo aliciante, mas que cada vez mais me faz perder a paciência
e correr Para outro curso, com outra turma,
a ver se desta vez os trabalhos de grupo são mais eficazes e as dúvidas não existem
Caetano Veloso é que tinha razão
e eu também só vou “gostar de quem gosta de mim”, conscientemente.
Tenho a facilidade inerte de abandonar
quem é portador de enfermidades contagiosas
ou simplesmente
quem não sabe receber a força que tenho e que transporto comigo.
Muito Para além disto,
não há nada que se possa repetir,
apenas porque eu não quero.
Descobri que gosto demasiado de mim Para me deixar tomar por algo
que não me preenche ou me satisfaz na totalidade.
Tenho consciência que é não é fácil encontrar alguém que queira partilhar comigo o meu sonho, mas que é por isso mesmo que não há pessoas especiais em todas as páginas dos livros que encontramos, numa biblioteca qualquer.

A felicidade maior,
é conhecermo-nos o suficiente Para compreendermos as nossas limitações
e a nossa motivação máxima.
Não há benefício maior do que esse
e provavelmente algo que me satisfaça tanto,
enquanto constituinte de um colectivo de massas,
com um pensamento cada vez mais uniformizado.
Por isso mesmo, isto é algo
escrito Para mim e por mim.

A segurança voltou, apenas porque tudo está como devia ser.

Há coisas que nunca serão nossas
e por isso mesmo,
não há motivo para nos sentirmos tristes,
quando nunca fizemos algo
para não o estarmos, de facto.

domingo, dezembro 09, 2007

É Natal, e tu não estás...

É Natal, e tu não estás.
Dos cânticos que ecoam pelas ruas engalanadas,
desprende-se uma melancolia que me embala e aconchega os passos.
Aperto melhor o cachecol
e agasalho-te contra mim.
Rasando as montras,
imagino os presentes que te compraria se aqui estivesses:
esta caneta, para que assinasses o sim, quero,
ou aquele relógio, para que nunca te atrasasses quando viesses ao meu encontro.
Entro numa papelaria e pego num cartão de boas festas,
daqueles pirosos e estridentes,
com azevinhos garridos e os votos escritos em relevo,
numa letra encaracolada de copista, fina e pretensiosa.
Imagino-me a desejar-te mundos e fundos e tu,
a afugentares o fantasma dos natais futuros com um sorriso de agraciado, quando o lesses. Prevejo como, de seguida, me agarrarias a nuca e a cintura por detrás,
debruçando-me sobre o tampo por estrear da mesa marmoreada,
levantando-me o avental e baixando tudo o resto.
E de como o açúcar ao lume se agarraria para sempre às paredes do tacho, inutilizando-o,
as minhas mãos espalmando-se de gozo contra o azulejo recém-colocado,
o ainda cheiro a betume nas nossas narinas coladas.
Uma falha na calçada faz-me frente súbita e um velho de trinta anos,
sem dentes nem alma à vista, espreita-me de relance o voo,
absorto na contagem de algumas moedas pretas.
Componho os ossos em sobressalto e largo-lhe na mão suja o troco do cartão piroso,
que inclui um envelope de fímbria dourada, olha que sorte.
Do outro lado da cidade,
na cozinha renovada, repousam silenciosos os utensílios do Amor.
É Natal,
e tu não estás!...

sábado, dezembro 08, 2007

Não é a vida que se não viveu que se desgosta

Não é a vida que se não viveu que se desgosta.
Estou inerte e contudo ainda com tanto por te dar.
Sentada, deitada, imaculada, cheia de prazer por ti.
As paredes amarelas não me trazem a paz que tanto prometeram e no entanto,
são elas que anunciam a tua ausência, que sei de cor.
Tentei tantas e tantas vezes acordar,
a ver se o amor se esvaía e por fim tudo deixava de ser um lugar honrosamente estranho.
Planeio fugas à tua consciência,
saber se ainda penas em mim,
mesmo quando não o dizes,
mesmo quando não me olhas,
mesmo quando não sentes.
Dizem que hás-de caminhar para a morte contínua,
que nunca poderás andar, mesmo quando eu só te imagino a correr na minha direcção,
que a tua fuga foi de ti próprio
e de algo que eu nunca poderia compreender
e que mesmo assim, eu sei que sempre aceitaria.
Sou rigorosa o suficiente para não me veres cair
e benevolente demais para me veres chorar.
Não há sofrimento que ultrapasse a vontade que é querer-te perdoar ,
sem saber que ângulo escolher
ou a felicidade de nunca te dizer adeus
enquanto os teus olhos não se afastarem dos meus.
O que interessa da vida é a bagagem nos nossos SONHOS
Por isso, não acordo
e deixo-me sorrateiramente imaginar que me abraças
enquanto te agarro e volto a sentir a tesão que só sente quando percebemos que o amor é um acto falhado, em tantos de nós.
Adormeço. Sonho. Vivo.
Não te esqueço porque não quero.
Não te esqueço porque não tenho graça para suficiente para engrandecer a minha forma, enquanto força que fui.
Tua.
Já não minha
A inspiração que me deste, foi-se enquanto te vi chegar ao mesmo local
onde eu já perdi as mãos entres os cadáveres inanimados que me chegam
ou o sangue que não controlo.
Percebi por via da maldita circunstância,
que Deus não me tinha dado um dom
para o ajudar a salvar aqueles que não receavam a minha ajuda,
mas sim a confrontar a sua própria magnificência
e a provar que também Ele,
embora muito raramente,
não é o ser perfeito que tanto fez questão que idealizássemos.
Por isso, não me levanto mais,
enquanto pouso a bebida que tanto me obrigaste a saber apreciar.
Dizias que tudo é uma questão de contexto e motivação.
Que o ser humano é capaz da maior conquista,
assim como da maior fraqueza evidente e que por isso mesmo,
os acontecimentos teriam de ter o local perfeito para terem ocorrência.
Ocorrência talvez não tenha sido a melhor forma de narrar todos os acontecimentos.
Dizias que gostavas de velocidade e sapiência,
que quem conseguisse dominar estes dois factores aparentemente antagónicos,
controlava a matriz do conhecimento humano e que por isso mesmo,
conseguiria ser mais e melhor.
Talvez por isso, te tenha visto sempre a correr,
tentando compor os momentos com toque infundado de inteligência óbvia.
Mesmo o sexo tinha lugar a partir do corpo e da memória,
as palavras ditas no momento certo,
já que raramente as usavas,
os corpos que balançavam a toda a rapidez
e tu a conduzires a toda a velocidade. Sempre.
Inicialmente não compreendia deliberadamente a tua essência.
Chamava-lhe autismo,
já que parecia que vias um mundo completamente diferente daquele que todos me davam a conhecer e que eu fui também absorvendo.
Falavas-me em estrelas que nunca se soltavam,
sonhos que tinham de ser lidos alto e consequentemente,
lugares que eu sabia que já tinha visto,
mas que tinha a certeza qu e não existiam.
Mergulhavas na bebida, para teres a veracidade que se concede a um homem embriagado e encantavas a plateia normalmente constituída por mim,
com essa noção pouco clara do que era o mundo, de facto.
Não é sobressaltada que abro os olhos
e constato que não estás ao meu lado.
Apenas a bebida e a imagem do que foi restando da minha personalidade
materialista e convicta de que só os objectos perduram na nossa existência.
Talvez porque nunca tivesse querido amar tanto ninguém,
como o faço agora que sei que nunca mais terei a oportunidade
de encantar a porra da morte
e ganhar-lhe alguns minutos.
O que interessa não é a paz de ter chegado.
O que é grande e belo é isto de chegar
E ter logo e sempre a coragem de partir.
Os teus poetas tinham razão e eloquência suficiente,
mas eles não corriam nem fugiam.
Eram lentos e pouco sensíveis à velocidade
e por isso, perduram.
Quando me mostraste a poesia que escrevias com as tuas mãos
que me haveriam de guiar entre essa intenção
que é deixar-se abraçar por inteiro,
percebi que não havia nada que pudesse fazer que me afastasse da esperança
em acordar de manhã e não te querer ver mais.
Não foi a velocidade que te matou
e se foi a ilusão de que não te perdoaria,
então morres em vão.

sexta-feira, dezembro 07, 2007

...não acabou...

Não, não acabou.
Gostava que tivesse acabado;
gostava de ter lavado de ti as minhas mãos e ponto final parágrafo,
mas dou por mim aqui, neste sítio contigo dissimulado dentro,
como uma arma com disfarce regateada na feira, das que nem parece que magoam.
Pestanejo e cá estou, jazente e escondida,
no único lugar onde sei que te tenho;
onde já te amei tantas vezes que enjoei o salitre do teu corpo;
e onde exorcizo a minha banal existência,
exagerando-te e ampliando-nos.
É por isto que preciso de continuar a querer-te
com a desmesura com que se quer nos filmes mudos,
e a escrever o arrebate das tragédias a preto e branco,
com grandes planos que são grandes demais e gestos de amor abruptos,
como saltos de insecto ou cortes inesperados na fita.
É aqui que te esqueço e repudio e me apaixono por ti uma e outra vez,
e onde às vezes mais não és do que uma lembrança antiga,
desbotada como um linho de avó, que me inspira ao tacto.
Aqui, prometo-te a eternidade adiada,
enquanto fazemos amor e as contas do IRS,
enquanto conferimos os dedos um do outro,
as brancas no cabelo e a lista do supermercado.
Aqui, deixamos o telefone tocar e a porta bater,
e eu engulo todos os sons que não sejam o das nossas respirações em dueto.
E esqueço-me de quem sou,
querendo-te para o resto da vida e mais um dia,
e dizendo-to avidamente à sombra da prateleira dos enlatados.
Por isso, não, não acabou:
estarei condenada,
parece, a voltar aqui,
a voltar a ti.
Tal como tu,
condenado a leres-me,
a leres-me sempre,
num impulso alcoviteiro
e a uma distância sem remédio.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Tudo tem um fim...feliz ou não...

O tempo passa...
Mas a memória não se desvanece.
Será possivel esquecer...um dia?
Poderá a memória petrificar-se
e transformar-se num gigantesco rochedo que o tempo,
a pouco e pouco, vai desfazendo?
Terei o coração a esboroar-se como argila seca?
Será?
Será possível?
Entretanto, enquanto o tempo não passa,
tenho-te aqui.
Presente.
Ausente.
Tenho-te na memória...
Vejo-te, revejo-te.
E sinto-te...Sinto-te!
E a minha mão voa,
involuntária, para o teu rosto...
É nesse momento que me faltas...
na ponta dos meus dedos...
E aconchego-me no meu silêncio.
Torna-se mais forte essa imagem de pó a esvair-se por entre os meus dedos...

Um Beijo para o Gil,
e que o teu "Ram" seja feliz onde quer que esteja...

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Eu mereço muito mais!

Eu mereço muito mais!
e vou conquistar
se mantiver o meu pensamento voltado para as minhas conquistas,
sonhos e desejos.
Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito.
Um que se chama ontem e outro amanhã.
Portanto,
Hoje é o dia certo para
amar, acreditar, fazer,
e principalmente viver.

A lógica dos homens...

Usando a lógica para explicar alguns fenómenos comportamentais.

Como todo fenómeno, tem as suas raras excepções...
Os homens bons são feios.
Os homens bonitos não são bons.
Os homens bonitos e bons são gays.
Os homens bonitos, bons e heterossexuais estão casados.
Os homens que não são bonitos, mas são bons, não têm dinheiro.
Os homens que não são bonitos, mas que são bons e com dinheiro,
pensam que só estamos atrás de seu dinheiro.
Os homens bonitos, que não são bons e são heterossexuais, não acham
que somos suficientemente bonitas.
Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais, bons e têm
dinheiro, são covardes.
Os homens que são bonitos, bons, têm dinheiro e graças a Deus são
heterossexuais, são tímidos e
NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!
Os homens que nunca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o
interesse em nós quando tomamos a iniciativa.
AGORA... QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?

Moral da História:Homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia pro jantar.

"Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas."
(Vinicius de Moraes)

domingo, dezembro 02, 2007

Olá

Eu sou a Mafalda.
E estou aqui a escrever para dizer que amo muito a minha mamã.
Adoro viver com ela, e este fim-de-semana foi óptimo!
Hoje diverti-me muito com a minha família! Estive com a minha avózinha e com os meus tios.

No sábado, enfeitei toda a casa com motivos de Natal
e também montei a árvore com a minha mamã,
adoro a mamã porque ela é muito minha amiga! E fomos jantar fora, estava muito apetitoso!

Agora vou dormir...
Boa Noite e até amanhã!

Beijinhos,
Ana Mafalda

sábado, dezembro 01, 2007

...k belo jantar...e depois,

... Kachaça, there I go...

Hoje é o Primeiro dia...

É HOJE!!!
Vou cuidar-me enquanto é tempo.
Para que a paz continue, basta usar estas regrinhas básicas:
- Vou usar o bom senso ao receber as notícias.
- Vou parar de ir no embalo dos alarmistas de plantão.
- Ao entrar no local de trabalho, farei uma prece em silêncio e cumprimentarei sempre a todos com alegria.
- Irei respeitar-me, se não estiver com vontade de falar com ninguém, retiro-me e não fingo que está tudo bem.
- Pedirei ajuda. Para ajudar alguém precisamos estar muito bem. Se não estiver bem, esqueço, para não me prejudicar nem a quem pedi ajuda. A paz é uma conquista daqueles que se amam.
- Amar-me-ei pelo amor de mim mesma! Ninguém tem o direito de invadir a minha paz e se o estão a fazer é porque estou permitindo.
- Vou rever os meus actos. Para manter a minha paz vale tudo: banhos relaxantes, orações, terapias, e muito amor. A paz é um exercício diário.
- Sorrirei mais, relaxarei, buscarei um cantinho dentro de mim para ser feliz. Eu sou responsável pelo meu bem estar. Estando feliz, o outro seguirá o meu exemplo.
- Acreditarei em mim.
- Vou Valorizar-me!!! Eu mereço muito mais do que tenho hoje! e vou conquistar se mantiver o meu pensamento voltado para as minhas conquistas, sonhos e desejos.
Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito.
Um que se chama ontem e outro amanhã.
Portanto,
Hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver.