e eu não vou ter paciência para ouvir, de novo, de um lado e de outro, posições extremadas.Nestas matérias de valores individuais, de valores morais, o bom senso nunca impera. Caso este referendo opte pelo sim, na prática, pouco muda na vida das mulheres. As que optarem por fazer um aborto continuarão a fazê-lo. As que não o quiserem fazer, não farão. Mas muda uma coisa importante. Quem tiver de fazer um aborto, pode fazê-lo de uma forma digna. Não vai necessitar de telefonar a marcar "o tratamento", responder a perguntas codificadas, tudo no maior dos segredos como se tivesse a transaccionar uma qualquer mercadoria ilícita. Pode chegar e sair da clínica, sem ter de olhar para trás, por cima do ombro. Pode pagar com cheque ou cartão, ao invés daquele molho de notas que não deixa rasto. O que se pretende, com este referendo, é descriminalizar. E deixem-se de hipocrisias, senhores deputados. Podem escrever na pergunta do referendo ABORTO em vez de Interrupção Voluntária de Gravidez ou LIBERALIZAÇÂO em vez de despenalização. Os eleitores sabem o que querem e não se deixam enganar. O anúncio, hoje, exactamente hoje, da possível abertura de uma filial da Clínica dos Arcos em Lisboa, também não me parece isenta de segundas intenções. Até já estou a ouvir - " Vai começar a carnificina, ao abrigo da lei."
A pergunta que se propõe para o referendo é:Concorda com a despenalização da interrupção oluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?
SIM
quarta-feira, outubro 18, 2006
terça-feira, outubro 17, 2006
TRAIÇÃO DE UMA AMIZADE
VERDADEIRA AMIZADE
Costuma-se dizer que ninguém pode escolher a família em que nasce. Mas é possível seleccionar os amigos, que são como a extensão da vida. A amizade, um dos sentimentos mais nobres que existem, nasce de forma espontânea, pura e vai se desenvolvendo até chegar à maturidade. Caracteriza-se por uma afinidade muito grande com alguém, baseada no amor, no carinho, na ternura, no respeito, na compreensão, na troca e na ajuda. É um sentimento muito sincero, que não depende da idade, de dinheiro e de posição social. O amigo é um dom precioso. A própria Bíblia diz que "quem encontrou um amigo encontrou um tesouro". A amizade é um sentimento limpo,verdadeiro e profundo. Instiga a pessoa ao apoio e ao incentivo, quando as coisas estão bem. E à correcção, com muito jeito e carinho, quando estão erradas. Amigo é aquele que está sempre presente, que adivinha o pensamento do outro, sem melindrá-lo; que é sincero e faz da amizade um ponto positivo na vida. No relacionamento diário, entra-se em contacto com muitas pessoas. Mas o amigo torna-se alguém diferente, especial e único. E visto com outros olhos - uma pessoa por quem a gente torce, vibra e sofre. Está presente nos bons e nos maus momentos; é amado e tratado com muita sinceridade. Além da afinidade, a amizade sólida baseia-se no convívio, na compreensão e na manifestação desses sentimentos profundos. Por essa razão, é um processo. Não nasce pronta. A relação deve ser construída e trabalhada dia a dia, por ambas as partes, porque exige reciprocidade. É como cultivar uma planta que, se não for regada com frequência, morre. A amizade, quando não cultivada, desfalece, esfria e acaba. Quem gosta de outra pessoa não deve ter orgulho. Quando se é amigo, releva-se os defeitos e até o génio difícil e a impaciência do outro. A compreensão é uma característica da amizade. Os sentimentos são livres e descontraídos, expressos sem cobranças. Numa grande amizade, as pessoas são fiéis. Ao amigo fazem-se confidências, que, às vezes, não foram feitas a ninguém. Há uma entrega do que se é, pois não há traição nem mesquinharias. O amigo está sempre pronto para tudo e pode-se contar com ele em qualquer momento ou situação da vida. Mais que um irmão, o amigo é a oportunidade que Deus dá a cada um para encontrar sua metade. Com ele, a pessoa pode revelar-se verdadeiramente: dizer não, sem medo de ferir; sim, sem medo de bajular; e as verdades, sem medo de ofender. Isso porque se acredita na amizade, por ela ser isenta de paixão. Num relacionamento assim, não existe inveja, orgulho, rancor ou grandes mágoas. A verdadeira amizade é eterna, como o amor. Com o amigo, inexiste a censura e o medo de ser por ele conhecido a fundo. Nesse relacionamento, tudo vem à tona: as fraquezas, os limites, os defeitos, mas também as grandezas de alma e os aspectos positivos. Tudo é aceite, partilhado e vivido para o crescimento de ambos. A amizade é uma ligação espiritual, que deixa a impressão de que sempre se conheceu o amigo. Isso ocorre porque ele preenche a outra metade da pessoa. Da mesma forma que se encontra o amor, encontra-se também o amigo. Trata-se de uma preferência de identificação, de carinho, de ternura e de vontades. Actualmente, existem poucas pessoas que têm amigos e se fazem amigos. Há, também, as que vivem no seu próprio mundo, em que ninguém entra. Outras, por timidez, insegurança ou desconfiança, temem arriscar, privando-se de uma das melhores coisas que Deus criou. Aqueles que são profundamente infelizes com certeza não conseguiram experimentar a alegriade uma verdadeira amizade. Não se abriram para o outro e morrerão sufocados pelo seu egoísmo. A infelicidade existente no mundo resulta da incapacidade de as pessoas criarem vínculos de amizade e confiarem nas outras. Elas pensamsó em si mesmas, revelando um egoísmo exacerbado. Não se dão ao trabalho detentar construir uma amizade. Não se arriscam. Preferem ficar sozinhas. Há uma carência de sentimentos positivos relacionados às outras pessoas. Porque é tão difícil alguém encontrar o lado positivo do outro? Quando os homens descobrirem o valor da amizade, a vida tornar-se-á melhor, porque vale a pena sentir a felicidade de contar incondicionalmente com alguém.
O que mantém uma amizade?
Há várias razões que motivam a manutenção dela e estas, por sua vez, dependem também dos motivos que originaram esta amizade.
Existem vários tipos de amizade, desde aquela onde apenas trocamos um "bom dia, boa tarde" e mantemos uma certa formalidade, à amiga com a qual passamos horas trocando receitas culinárias, dicas de limpeza ou de artesanato, às amigas que servem de companhia para passeios, festas e baladas pois são divertidas, às amigas que ficam com os nossos filhos ou que recebem as correspondências quando saímos, às amigas com as quais trocamos confidências e que sabem de nossos maiores segredos e até aquela amiga silenciosa que nos faz companhia quando não queremos ficar sozinhas, entre tantos outros tipos de amizade.
Até que ponto vale a pena sermos sinceras com as amigas?
E de que sinceridade estamos a falar? Vale a pena contar a amiga que o seu parceiro a está a trair? Ou que está a ser traida por uma amiga? Se for uma amiga de verdade, daquelas confidentes, ela está com um problema pela frente! Afinal, há até um ditado popular dizendo que "não se deve meter a colher em briga de marido e mulher". Mas como se sente a amiga que sabe deste facto? Se ela relata o ocorrido, ela imagina que pode perder a amizade! E se esta amizade tem uma grande importância para ela então, ela fica com uma dúvida enorme: "contar ou não contar?" O sentimento que permeia a pessoa que sabe da traição é de medo, ela fica ansiosa, pode perder noites de sono, ficar agitada e até pode mudar seu comportamento com a amiga para evitar que ela perceba o seu conflito entre querer contar e, ao mesmo tempo, de querer ocultar o que sabe por medo de perder a amizade.
AMIGA DE VERDADE: Ela entra num conflito muito grande entre contar ou não contar o que sabe. Tudo vai depender de como ela vai avaliar os riscos de contar ou não e quais seriam as perdas e ganhos de relatar este facto.
Ganhos: Estreitar ainda mais os laços de amizade devido a sua sinceridade
Perdas: Perder a amizade de uma vez por todas ou então manter depois uma amizade diferente daquela que ela tinha antes do facto relatado.
E como saber se ela ganha ou perde com sua sinceridade? Avaliando as possíveis reacções da sua amiga ao receber a notícia que podem variar do descrédito total até acreditar piamente no relato; além disso ela pode considerar a notícia como uma simples intriga provavelmente por pura inveja do "lindo relacionamento que ela tem", pode até pensar que a delatora está a fim do seu marido, criando um clima de desconfiança inicial que, no decorrer do tempo, pode levar à separação ou mesmo supor que a amiga não "está bem da cabeça" ou que está relatando o facto porque não tem sequer um namorado... Mas se ela não acreditar na amiga e pensar alguma destas coisas, certamente ela não é uma amiga de verdade, é uma amiga de "fachada", a famosa “amiga da onça”.
"AMIGA DA ONÇA": Se ela for uma "amiga da onça", aquela amiga invejosa mesmo, que tem por objectivo "ver o circo pegar fogo", essa não terá conflitos em relatar o que sabe, exactamente porque vai ter prazer em ver a reacção de sofrimento da amiga ao saber do facto.
Não nos podemos esquecer da reacção de uma pessoa que se descobre sendo traída pela pessoa amada: pode ser de revolta ("como ele pode ter feito uma coisa dessas comigo?"), de descrédito ("eu não acredito que ele possa ter feito isso comigo"), de considerar-se culpada pela traição ("eu devo ter errado em alguma coisa") e até de raiva da pessoa que contou e que, com isso, desfez o seu castelo de sonhos de um relacionamento "perfeito".
Jogo da Amizade
Amizade, mesmo, genuína, é um processo de várias conquistas, de dia-a-dia, e não alguma coisa que se conquiste uma só vez. Principalmente entre “grupo de iguais” como eu chamo (e nesses grupos entram a turma da escola, da Faculdade, e às vezes do trabalho, na família já é um pouco mais complicado). Eu sei como um grupo pode ser cruel com alguém que está fazendo tudo que pode para se manter nele, não importando as consequências. O grupo sente que se é tão importante para aquela pessoa, ele é poderoso, e pode-se tornar tirano.
É preciso trabalhar para entender o jogo de convivência que acontece entre as pessoas e saber jogar direito para ganhar. Aliás, todos podem ganhar nesse jogo da amizade.
E vale quase tudo nesse jogo: só não vale ficar a procura de culpas e erros e, principalmente colocá-los em alguém. Nem em nós mesmos. Porque culpar não resolve nada.
Outra regra que faz com que se fique parado “no tabuleiro desse jogo” e não andar para frente na situação é ficar adivinhando o que há por trás dos olhares e das meias palavras: adivinhação não combina com diálogo verdadeiro, porque cada um tem sua própria visão do que o outro acha e pensa, e isso pode causar mal-entendidos. Há que lembrar a frase: ”Cada cabeça sua sentença” Fale, pergunte, esclareça, e se a resposta não ficou clara, pergunte de novo! Não tenha medo de deixar as coisas claras, só assim temos a oportunidade de mostrar que nada temos a esconder e que o afecto é verdadeiro. Mas deve-se tomar cuidado com a competição, que pode fazer com que o grupo chegue a um impasse. Há lugar para todos, se a amizade for verdadeira. Se alguma vez você já sentiu o gostinho amargo de ter perdido amigos, sabe que é melhor tentar manter os amigos junto de si, do que perder a afeição de todos por uma competição ou inimizade entre duas apenas…ou por um acto irresponsável!!!!
Costuma-se dizer que ninguém pode escolher a família em que nasce. Mas é possível seleccionar os amigos, que são como a extensão da vida. A amizade, um dos sentimentos mais nobres que existem, nasce de forma espontânea, pura e vai se desenvolvendo até chegar à maturidade. Caracteriza-se por uma afinidade muito grande com alguém, baseada no amor, no carinho, na ternura, no respeito, na compreensão, na troca e na ajuda. É um sentimento muito sincero, que não depende da idade, de dinheiro e de posição social. O amigo é um dom precioso. A própria Bíblia diz que "quem encontrou um amigo encontrou um tesouro". A amizade é um sentimento limpo,verdadeiro e profundo. Instiga a pessoa ao apoio e ao incentivo, quando as coisas estão bem. E à correcção, com muito jeito e carinho, quando estão erradas. Amigo é aquele que está sempre presente, que adivinha o pensamento do outro, sem melindrá-lo; que é sincero e faz da amizade um ponto positivo na vida. No relacionamento diário, entra-se em contacto com muitas pessoas. Mas o amigo torna-se alguém diferente, especial e único. E visto com outros olhos - uma pessoa por quem a gente torce, vibra e sofre. Está presente nos bons e nos maus momentos; é amado e tratado com muita sinceridade. Além da afinidade, a amizade sólida baseia-se no convívio, na compreensão e na manifestação desses sentimentos profundos. Por essa razão, é um processo. Não nasce pronta. A relação deve ser construída e trabalhada dia a dia, por ambas as partes, porque exige reciprocidade. É como cultivar uma planta que, se não for regada com frequência, morre. A amizade, quando não cultivada, desfalece, esfria e acaba. Quem gosta de outra pessoa não deve ter orgulho. Quando se é amigo, releva-se os defeitos e até o génio difícil e a impaciência do outro. A compreensão é uma característica da amizade. Os sentimentos são livres e descontraídos, expressos sem cobranças. Numa grande amizade, as pessoas são fiéis. Ao amigo fazem-se confidências, que, às vezes, não foram feitas a ninguém. Há uma entrega do que se é, pois não há traição nem mesquinharias. O amigo está sempre pronto para tudo e pode-se contar com ele em qualquer momento ou situação da vida. Mais que um irmão, o amigo é a oportunidade que Deus dá a cada um para encontrar sua metade. Com ele, a pessoa pode revelar-se verdadeiramente: dizer não, sem medo de ferir; sim, sem medo de bajular; e as verdades, sem medo de ofender. Isso porque se acredita na amizade, por ela ser isenta de paixão. Num relacionamento assim, não existe inveja, orgulho, rancor ou grandes mágoas. A verdadeira amizade é eterna, como o amor. Com o amigo, inexiste a censura e o medo de ser por ele conhecido a fundo. Nesse relacionamento, tudo vem à tona: as fraquezas, os limites, os defeitos, mas também as grandezas de alma e os aspectos positivos. Tudo é aceite, partilhado e vivido para o crescimento de ambos. A amizade é uma ligação espiritual, que deixa a impressão de que sempre se conheceu o amigo. Isso ocorre porque ele preenche a outra metade da pessoa. Da mesma forma que se encontra o amor, encontra-se também o amigo. Trata-se de uma preferência de identificação, de carinho, de ternura e de vontades. Actualmente, existem poucas pessoas que têm amigos e se fazem amigos. Há, também, as que vivem no seu próprio mundo, em que ninguém entra. Outras, por timidez, insegurança ou desconfiança, temem arriscar, privando-se de uma das melhores coisas que Deus criou. Aqueles que são profundamente infelizes com certeza não conseguiram experimentar a alegriade uma verdadeira amizade. Não se abriram para o outro e morrerão sufocados pelo seu egoísmo. A infelicidade existente no mundo resulta da incapacidade de as pessoas criarem vínculos de amizade e confiarem nas outras. Elas pensamsó em si mesmas, revelando um egoísmo exacerbado. Não se dão ao trabalho detentar construir uma amizade. Não se arriscam. Preferem ficar sozinhas. Há uma carência de sentimentos positivos relacionados às outras pessoas. Porque é tão difícil alguém encontrar o lado positivo do outro? Quando os homens descobrirem o valor da amizade, a vida tornar-se-á melhor, porque vale a pena sentir a felicidade de contar incondicionalmente com alguém.
O que mantém uma amizade?
Há várias razões que motivam a manutenção dela e estas, por sua vez, dependem também dos motivos que originaram esta amizade.
Existem vários tipos de amizade, desde aquela onde apenas trocamos um "bom dia, boa tarde" e mantemos uma certa formalidade, à amiga com a qual passamos horas trocando receitas culinárias, dicas de limpeza ou de artesanato, às amigas que servem de companhia para passeios, festas e baladas pois são divertidas, às amigas que ficam com os nossos filhos ou que recebem as correspondências quando saímos, às amigas com as quais trocamos confidências e que sabem de nossos maiores segredos e até aquela amiga silenciosa que nos faz companhia quando não queremos ficar sozinhas, entre tantos outros tipos de amizade.
Até que ponto vale a pena sermos sinceras com as amigas?
E de que sinceridade estamos a falar? Vale a pena contar a amiga que o seu parceiro a está a trair? Ou que está a ser traida por uma amiga? Se for uma amiga de verdade, daquelas confidentes, ela está com um problema pela frente! Afinal, há até um ditado popular dizendo que "não se deve meter a colher em briga de marido e mulher". Mas como se sente a amiga que sabe deste facto? Se ela relata o ocorrido, ela imagina que pode perder a amizade! E se esta amizade tem uma grande importância para ela então, ela fica com uma dúvida enorme: "contar ou não contar?" O sentimento que permeia a pessoa que sabe da traição é de medo, ela fica ansiosa, pode perder noites de sono, ficar agitada e até pode mudar seu comportamento com a amiga para evitar que ela perceba o seu conflito entre querer contar e, ao mesmo tempo, de querer ocultar o que sabe por medo de perder a amizade.
AMIGA DE VERDADE: Ela entra num conflito muito grande entre contar ou não contar o que sabe. Tudo vai depender de como ela vai avaliar os riscos de contar ou não e quais seriam as perdas e ganhos de relatar este facto.
Ganhos: Estreitar ainda mais os laços de amizade devido a sua sinceridade
Perdas: Perder a amizade de uma vez por todas ou então manter depois uma amizade diferente daquela que ela tinha antes do facto relatado.
E como saber se ela ganha ou perde com sua sinceridade? Avaliando as possíveis reacções da sua amiga ao receber a notícia que podem variar do descrédito total até acreditar piamente no relato; além disso ela pode considerar a notícia como uma simples intriga provavelmente por pura inveja do "lindo relacionamento que ela tem", pode até pensar que a delatora está a fim do seu marido, criando um clima de desconfiança inicial que, no decorrer do tempo, pode levar à separação ou mesmo supor que a amiga não "está bem da cabeça" ou que está relatando o facto porque não tem sequer um namorado... Mas se ela não acreditar na amiga e pensar alguma destas coisas, certamente ela não é uma amiga de verdade, é uma amiga de "fachada", a famosa “amiga da onça”.
"AMIGA DA ONÇA": Se ela for uma "amiga da onça", aquela amiga invejosa mesmo, que tem por objectivo "ver o circo pegar fogo", essa não terá conflitos em relatar o que sabe, exactamente porque vai ter prazer em ver a reacção de sofrimento da amiga ao saber do facto.
Não nos podemos esquecer da reacção de uma pessoa que se descobre sendo traída pela pessoa amada: pode ser de revolta ("como ele pode ter feito uma coisa dessas comigo?"), de descrédito ("eu não acredito que ele possa ter feito isso comigo"), de considerar-se culpada pela traição ("eu devo ter errado em alguma coisa") e até de raiva da pessoa que contou e que, com isso, desfez o seu castelo de sonhos de um relacionamento "perfeito".
Jogo da Amizade
Amizade, mesmo, genuína, é um processo de várias conquistas, de dia-a-dia, e não alguma coisa que se conquiste uma só vez. Principalmente entre “grupo de iguais” como eu chamo (e nesses grupos entram a turma da escola, da Faculdade, e às vezes do trabalho, na família já é um pouco mais complicado). Eu sei como um grupo pode ser cruel com alguém que está fazendo tudo que pode para se manter nele, não importando as consequências. O grupo sente que se é tão importante para aquela pessoa, ele é poderoso, e pode-se tornar tirano.
É preciso trabalhar para entender o jogo de convivência que acontece entre as pessoas e saber jogar direito para ganhar. Aliás, todos podem ganhar nesse jogo da amizade.
E vale quase tudo nesse jogo: só não vale ficar a procura de culpas e erros e, principalmente colocá-los em alguém. Nem em nós mesmos. Porque culpar não resolve nada.
Outra regra que faz com que se fique parado “no tabuleiro desse jogo” e não andar para frente na situação é ficar adivinhando o que há por trás dos olhares e das meias palavras: adivinhação não combina com diálogo verdadeiro, porque cada um tem sua própria visão do que o outro acha e pensa, e isso pode causar mal-entendidos. Há que lembrar a frase: ”Cada cabeça sua sentença” Fale, pergunte, esclareça, e se a resposta não ficou clara, pergunte de novo! Não tenha medo de deixar as coisas claras, só assim temos a oportunidade de mostrar que nada temos a esconder e que o afecto é verdadeiro. Mas deve-se tomar cuidado com a competição, que pode fazer com que o grupo chegue a um impasse. Há lugar para todos, se a amizade for verdadeira. Se alguma vez você já sentiu o gostinho amargo de ter perdido amigos, sabe que é melhor tentar manter os amigos junto de si, do que perder a afeição de todos por uma competição ou inimizade entre duas apenas…ou por um acto irresponsável!!!!
sábado, outubro 14, 2006
sexta-feira, outubro 13, 2006
Botões de Rosas...
Colham botões de rosas enquanto podem,
O velho Tempo continua voando:
E essa mesma flor que hoje lhes sorri,
Amanhã estará expirando.
O glorioso sol, lume do céu,
Quanto mais alto eleva-se a brilhar,
Mais cedo encerrará sua jornada,
E mais perto estará de se apagar.
Melhor idade não há que a primeira,
Quando a juventude e o sangue pulsam quentes;
Mas quando passa, piores são os tempos
Que se sucedem e se arrastam inclementes.
Por isso, sem recato, usem o tempo,
E enquanto podem, vivam a festejar,
Pois depois de haver perdido os áureos anos,
Terão o tempo inteiro para repousar.
O velho Tempo continua voando:
E essa mesma flor que hoje lhes sorri,
Amanhã estará expirando.
O glorioso sol, lume do céu,
Quanto mais alto eleva-se a brilhar,
Mais cedo encerrará sua jornada,
E mais perto estará de se apagar.
Melhor idade não há que a primeira,
Quando a juventude e o sangue pulsam quentes;
Mas quando passa, piores são os tempos
Que se sucedem e se arrastam inclementes.
Por isso, sem recato, usem o tempo,
E enquanto podem, vivam a festejar,
Pois depois de haver perdido os áureos anos,
Terão o tempo inteiro para repousar.
quinta-feira, outubro 12, 2006
Vagão de vozes...
Eu não falo por mim.
Sou apenas o vagão da frente do trem,
Carrego atrás muitas mulheres
E suas vozes me falam...
Muitas almas presas
Mulheres tímidas
Desencontradas...
Vagando como eu.
Em busca de respostas...
Amor, liberdade e coragem.
Eu grito mil vozes de mil almas
Grito vivências, quereres...
Eu expresso o que sinto
Não queres ouvir tapa os ouvidos
Pois eu não minto.
Não sou mulher pequena e silenciosa
Que cabe em qualquer cantinho...
Não sou mulher de sorrisinhos
Eu danço pelo salão
Quero todos os cantos
Quero sorrisão...
Aquele que vai de uma orelha a outra
Quero rir sempre.
E se chorar, não chorarei sozinha
Muitas chorarão comigo.
Todas as mulheres do vagão.
by Carolina Salcides
Sou apenas o vagão da frente do trem,
Carrego atrás muitas mulheres
E suas vozes me falam...
Muitas almas presas
Mulheres tímidas
Desencontradas...
Vagando como eu.
Em busca de respostas...
Amor, liberdade e coragem.
Eu grito mil vozes de mil almas
Grito vivências, quereres...
Eu expresso o que sinto
Não queres ouvir tapa os ouvidos
Pois eu não minto.
Não sou mulher pequena e silenciosa
Que cabe em qualquer cantinho...
Não sou mulher de sorrisinhos
Eu danço pelo salão
Quero todos os cantos
Quero sorrisão...
Aquele que vai de uma orelha a outra
Quero rir sempre.
E se chorar, não chorarei sozinha
Muitas chorarão comigo.
Todas as mulheres do vagão.
by Carolina Salcides
terça-feira, outubro 10, 2006
LEE RYAN LYRICS "When I Think Of You"
Youre my past, my future,
My all, my everything,
My six in the morning when the clock rings
and i open up my eyes to a new day
My Laughs, my frowns
My ups, My downs
Its a feeling that you get when you know that somethings true,
When i think of love i think of you
Im looking at you while your sleeping here beside me,
Oh, mere words cant explain the love i have inside
Its more than just a physical thing, i knowIts something like a spiritual connection
I feel it in my soul heart and mind
The sweetest thing is what you are
From you, I'll never be to far,
Please say forever you will stay beside me
Your beautiful like the colours of the rainbow
Warm heated like the rays of the sun on summer days
All i got to do is look into your eyes to lose myself
Your the substance of my dreams, epitomy of women
The only one i truly call mine
Oohh when i think of love i think of you
Baby i love you, baby i need you..
segunda-feira, outubro 09, 2006
Nasceu o meu priminho Holandês !!!
09 october 2006 at 18:45 Paula delivered a healthy son. He weighs 2385 grams.His name is “Kai Ruben Francisco Araujo Bloemers” (33 weeks)
sexta-feira, outubro 06, 2006
Simplesmente...
Se tivesse a coragem,
por um dia que fosse...
De dizer que sim..
De sair por aí, perder-me num corpo estranho,
perder o pudor, deixar-me levar.
Se tivesse a coragem...
Hoje, talvez hoje.
Talvez hoje deixe de lado a vergonha.
Talvez hoje deixe que a tentação me leve por caminhos de suores,
de toques, de sensualidade à flor da pele.
Hoje que o dia está morno e que cá por dentro só queria libertar o desejo,
o prazer, os orgasmos, o delírio, os gemidos.
Seguir viagem contigo...
por caminhos incertos levando no corpo a vontade deserta de ti.
Sem querer pensar se depois tudo irá terminar.
Sem pensar onde essa estrada nos irá levar.
Esquecer o mundo e partir.
Simplesmente.
Chegar-me a ti.
Tocar-te.
Beijar-te.
Sentir-te.
Deslizar o corpo suado no teu,
procurar-te a lingua, querer-te em mim.
Olhar-te e ver-me nua no teu olhar.
Ter as tuas mãos cheias que agarram a pele que grita que já só se quer rasgar...
Sentar-me no teu regaço,
unir a humidade dos corpos que gemem baixinho por tesão reprimido,
dizendo-te ao ouvido que te quero.
Quero-te sem passado, sem história, sem mágoas nem tristezas.
Quero-te apenas.
Simplesmente.
Hoje vou perder-me por aí...
talvez adie há tempo demais a vontade que me corrói por dentro,
devagar.
Mas amanhã pode ser tão tarde...
Porque não hoje?
Deixar-me levar.
Cansar o corpo,
dar descanso à alma povoada por pensamentos satânicos...
Hoje... hoje farei amor contigo ( e amor faz-se? ou constrói-se?)
Será hoje...
Dizer que sim.
Perder-me.
Entregar-me.
Encontrar-me.
Simplesmente.
por um dia que fosse...
De dizer que sim..
De sair por aí, perder-me num corpo estranho,
perder o pudor, deixar-me levar.
Se tivesse a coragem...
Hoje, talvez hoje.
Talvez hoje deixe de lado a vergonha.
Talvez hoje deixe que a tentação me leve por caminhos de suores,
de toques, de sensualidade à flor da pele.
Hoje que o dia está morno e que cá por dentro só queria libertar o desejo,
o prazer, os orgasmos, o delírio, os gemidos.
Seguir viagem contigo...
por caminhos incertos levando no corpo a vontade deserta de ti.
Sem querer pensar se depois tudo irá terminar.
Sem pensar onde essa estrada nos irá levar.
Esquecer o mundo e partir.
Simplesmente.
Chegar-me a ti.
Tocar-te.
Beijar-te.
Sentir-te.
Deslizar o corpo suado no teu,
procurar-te a lingua, querer-te em mim.
Olhar-te e ver-me nua no teu olhar.
Ter as tuas mãos cheias que agarram a pele que grita que já só se quer rasgar...
Sentar-me no teu regaço,
unir a humidade dos corpos que gemem baixinho por tesão reprimido,
dizendo-te ao ouvido que te quero.
Quero-te sem passado, sem história, sem mágoas nem tristezas.
Quero-te apenas.
Simplesmente.
Hoje vou perder-me por aí...
talvez adie há tempo demais a vontade que me corrói por dentro,
devagar.
Mas amanhã pode ser tão tarde...
Porque não hoje?
Deixar-me levar.
Cansar o corpo,
dar descanso à alma povoada por pensamentos satânicos...
Hoje... hoje farei amor contigo ( e amor faz-se? ou constrói-se?)
Será hoje...
Dizer que sim.
Perder-me.
Entregar-me.
Encontrar-me.
Simplesmente.
quinta-feira, outubro 05, 2006
segunda-feira, outubro 02, 2006
sábado, setembro 30, 2006
Deixe-me...
Menininho,
deixe-me fazê-lo feliz,
fazer o que nunca fiz,
oferecer-lhe o que nunca teve,
realizar nosso sonho esperança.
Deixe-me tocar sua pele,
e com sussurros de amor
efervecer sua alma,
pulsar seus pensamentos
acendendo novos desejos.
Deixe-me acordá-lo com beijos
em leves toques,
acariciar seus lábios com os meus
e despertar em si
sentimentos adormecidos e esquecidos.
Deixe-me olhar seus olhos,
navegar seu mundo,
conhecer seu universo.
Deixe-me deixar
você ser o que quero que seja para mim,
a cada palavra, a cada toque...
Deixe-me ser vital para si,
como você é para mim no respirar,
no pulsar do coração,
na melodia da vida,
na luz que nos ilumina.
Deixe-me ser sua menina,
com seu carinho faça-me crescer,
com seu corpo faça-me abrasar
e com seu amor faça-me para sempre te amar.
deixe-me fazê-lo feliz,
fazer o que nunca fiz,
oferecer-lhe o que nunca teve,
realizar nosso sonho esperança.
Deixe-me tocar sua pele,
e com sussurros de amor
efervecer sua alma,
pulsar seus pensamentos
acendendo novos desejos.
Deixe-me acordá-lo com beijos
em leves toques,
acariciar seus lábios com os meus
e despertar em si
sentimentos adormecidos e esquecidos.
Deixe-me olhar seus olhos,
navegar seu mundo,
conhecer seu universo.
Deixe-me deixar
você ser o que quero que seja para mim,
a cada palavra, a cada toque...
Deixe-me ser vital para si,
como você é para mim no respirar,
no pulsar do coração,
na melodia da vida,
na luz que nos ilumina.
Deixe-me ser sua menina,
com seu carinho faça-me crescer,
com seu corpo faça-me abrasar
e com seu amor faça-me para sempre te amar.
quarta-feira, setembro 27, 2006
Gentes Porcas...
Sabem onde é que estão as gentes porcas, mas mesmo, mesmo porcas...
Epá, porcas?Aquelas gentes que vocês olham para elas e dizem:-Epá, estas gentes são mesmo porcas!Sabem onde é que elas estão, essas gentes que até chateiam porque são tão porcas, as marotas?Sabem onde é que elas estão?Sabem, sabem, SABEM?
(xiuuuu...são os chefes...eheheh)
Epá, porcas?Aquelas gentes que vocês olham para elas e dizem:-Epá, estas gentes são mesmo porcas!Sabem onde é que elas estão, essas gentes que até chateiam porque são tão porcas, as marotas?Sabem onde é que elas estão?Sabem, sabem, SABEM?
(xiuuuu...são os chefes...eheheh)
sexta-feira, setembro 22, 2006
A fábula do CHEFE perfeito
Pouco tempo depois de o Senhor Deus criar o homem do pó da terra e insuflar-lhe pelas narinas o sopro da vida, transformando-o num ser vivo, todos os órgãos do corpo recém-criado queriam ser o chefe. E os argumentos que cada um deles apresentou para assumir a chefia foram os mais diversos.
O cérebro dizia com a arrogância própria dos cérebros: "Eu penso por todos vocês. Eu sou a inteligência. Eu controlo tudo por meio das ações dos meus neurônios. Então, se alguém aqui tem que ser chefe, esse alguém sou eu."
"Nós é que devemos assumir a chefia, pois somos nós que transportamos todo o corpo aos mais diversos lugares. Ainda que o cérebro queira ir a algum lugar, se nós não quisermos levá-lo então o corpo não vai a lugar algum" falaram as pernas em coro recusando o falacioso argumento da cinzenta massa.
E as mãos: "Isso é pura bobagem. Nós executamos todo o trabalho e é com ele que ganhamos dinheiro para o corpo sobreviver. É com esse dinheiro que todo o resto do corpo se mantém. Nós vamos ser o chefe."
"Onde não há sangue não há vida. Quem manda o sangue a todas as partes do corpo sou eu. Portanto, eu devo ser o escolhido". Foi o que o coração falou tentando deixar de lado toda a emoção do momento.
A certa altura, ninguém entendia mais o que os outros falavam, pois todos falavam ao mesmo tempo, até a própria boca. Os pulmões ficaram arquejantes. Os olhos, irritados. O fígado e os rins reclamavam e, até mesmo, os intestinos se manifestaram provocando um grande mal-estar.
De repente, fez-se um inexplicável silêncio e ouviu-se uma voz muito grave e solene:
- Quem vai ser o chefe sou eu.
Quem falava isso era o Olho do Cu. E todos deram uma sonora gargalhada. Afinal de contas, ele nunca havia sido levado a sério. Nunca nada fizera por merecer qualquer atenção, a não ser alguns ruídos ininteligíveis e fedorentos. E merda, muita merda. Mas o Olho do Cu insistiu:
- Quem vai ser o chefe sou eu. Querem ver?
E mais não disse. Nem fez. Fechou-se em si mesmo, ou em copas como dizem alguns, numa imagem bem apropriada. Enfim, deixou de funcionar.
Em poucos dias, o cérebro não mais conseguia raciocinar direito. Não pensava mais quase nada e o controle, de que ele tanto se orgulhava, quase sucumbiu. Os olhos ficaram embaçados. As pernas não mais se punham em pé e as mãos pendiam flácidas sob braços enfraquecidos. As batidas do coração ficaram imperceptíveis de tão débeis. Os pulmões estavam nas últimas.
Todos sobreviviam com dificuldade. O corpo estava à beira da falência total: a morte.
Sem alternativa, todos os órgãos concordaram em reunir-se ao final do expediente. A essa altura, você, inteligente e perspicaz leitor já deve ter imaginado qual o desfecho da reunião. Isso mesmo: o Olho do Cu foi designado, aclamado e aceito por todos como Chefe.
A partir daí, as coisas começaram a se normalizar. Cada uma das partes do corpo fazia o seu trabalho enquanto o Olho do Cu a tudo observava, organizava e dirigia. Mas, principalmente, fazia o que dele se esperava: merda, muita e muita merda tal como convém a qualquer chefe digno dessa função.
É comum essas fábulas terminarem com uma Moral da História. Para não destoar do padrão, aí vai a grande mensagem:
Não é necessário ser um cérebro nem ter uma grande inteligência para ser o Chefe. Um simples Cu, que passa todo o tempo a fazer merda, pode muito bem ser o Chefe.
E se, neste momento, você estiver em seu trabalho, em sua repartição dê uma olhada de soslaio para o seu chefe e veja se isso não é a pura verdade.
O cérebro dizia com a arrogância própria dos cérebros: "Eu penso por todos vocês. Eu sou a inteligência. Eu controlo tudo por meio das ações dos meus neurônios. Então, se alguém aqui tem que ser chefe, esse alguém sou eu."
"Nós é que devemos assumir a chefia, pois somos nós que transportamos todo o corpo aos mais diversos lugares. Ainda que o cérebro queira ir a algum lugar, se nós não quisermos levá-lo então o corpo não vai a lugar algum" falaram as pernas em coro recusando o falacioso argumento da cinzenta massa.
E as mãos: "Isso é pura bobagem. Nós executamos todo o trabalho e é com ele que ganhamos dinheiro para o corpo sobreviver. É com esse dinheiro que todo o resto do corpo se mantém. Nós vamos ser o chefe."
"Onde não há sangue não há vida. Quem manda o sangue a todas as partes do corpo sou eu. Portanto, eu devo ser o escolhido". Foi o que o coração falou tentando deixar de lado toda a emoção do momento.
A certa altura, ninguém entendia mais o que os outros falavam, pois todos falavam ao mesmo tempo, até a própria boca. Os pulmões ficaram arquejantes. Os olhos, irritados. O fígado e os rins reclamavam e, até mesmo, os intestinos se manifestaram provocando um grande mal-estar.
De repente, fez-se um inexplicável silêncio e ouviu-se uma voz muito grave e solene:
- Quem vai ser o chefe sou eu.
Quem falava isso era o Olho do Cu. E todos deram uma sonora gargalhada. Afinal de contas, ele nunca havia sido levado a sério. Nunca nada fizera por merecer qualquer atenção, a não ser alguns ruídos ininteligíveis e fedorentos. E merda, muita merda. Mas o Olho do Cu insistiu:
- Quem vai ser o chefe sou eu. Querem ver?
E mais não disse. Nem fez. Fechou-se em si mesmo, ou em copas como dizem alguns, numa imagem bem apropriada. Enfim, deixou de funcionar.
Em poucos dias, o cérebro não mais conseguia raciocinar direito. Não pensava mais quase nada e o controle, de que ele tanto se orgulhava, quase sucumbiu. Os olhos ficaram embaçados. As pernas não mais se punham em pé e as mãos pendiam flácidas sob braços enfraquecidos. As batidas do coração ficaram imperceptíveis de tão débeis. Os pulmões estavam nas últimas.
Todos sobreviviam com dificuldade. O corpo estava à beira da falência total: a morte.
Sem alternativa, todos os órgãos concordaram em reunir-se ao final do expediente. A essa altura, você, inteligente e perspicaz leitor já deve ter imaginado qual o desfecho da reunião. Isso mesmo: o Olho do Cu foi designado, aclamado e aceito por todos como Chefe.
A partir daí, as coisas começaram a se normalizar. Cada uma das partes do corpo fazia o seu trabalho enquanto o Olho do Cu a tudo observava, organizava e dirigia. Mas, principalmente, fazia o que dele se esperava: merda, muita e muita merda tal como convém a qualquer chefe digno dessa função.
É comum essas fábulas terminarem com uma Moral da História. Para não destoar do padrão, aí vai a grande mensagem:
Não é necessário ser um cérebro nem ter uma grande inteligência para ser o Chefe. Um simples Cu, que passa todo o tempo a fazer merda, pode muito bem ser o Chefe.
E se, neste momento, você estiver em seu trabalho, em sua repartição dê uma olhada de soslaio para o seu chefe e veja se isso não é a pura verdade.
terça-feira, setembro 19, 2006
ALGUÉM
Nestas linhas, deixo explícito o meu único desejo,
que é te amar, amar e amar,
infinitamente, loucamente, apaixonadamente.
Não quero pensar nos porquês, na razão, no consciente.
Quero viver o teu corpo, o teu suor, o teu beijo,
enfim quero viver você.
É um sonho, mas viverei neste sonho,
onde não há receios, dúvidas, medo, interrogações.
Neste sonho, eu sou somente seu
e você é somente minha;
eu posso te amar de corpo e alma,
sentir o prazer, a felicidade, a realização.
Aqui, você é puro amor, paixão, emoção, alegria;
você é vida que dá vida ao meu ser.
Somos somente nós, você e eu,
cúmplices do amor, prisioneiros da felicidade,
frutos da paixão.
Você é e será um sonho impossível de ser esquecido,
um sonho eterno,
como uma estrela que nunca deixa de brilhar no céu.
Você já se tornou parte constante do meu coração,
marcando um dos momentos mais lindos da minha vida.
Vou te amar, amar, ......e amar
neste meu sonho sem fronteiras.
Parabéns meu Amor !!!
que é te amar, amar e amar,
infinitamente, loucamente, apaixonadamente.
Não quero pensar nos porquês, na razão, no consciente.
Quero viver o teu corpo, o teu suor, o teu beijo,
enfim quero viver você.
É um sonho, mas viverei neste sonho,
onde não há receios, dúvidas, medo, interrogações.
Neste sonho, eu sou somente seu
e você é somente minha;
eu posso te amar de corpo e alma,
sentir o prazer, a felicidade, a realização.
Aqui, você é puro amor, paixão, emoção, alegria;
você é vida que dá vida ao meu ser.
Somos somente nós, você e eu,
cúmplices do amor, prisioneiros da felicidade,
frutos da paixão.
Você é e será um sonho impossível de ser esquecido,
um sonho eterno,
como uma estrela que nunca deixa de brilhar no céu.
Você já se tornou parte constante do meu coração,
marcando um dos momentos mais lindos da minha vida.
Vou te amar, amar, ......e amar
neste meu sonho sem fronteiras.
Parabéns meu Amor !!!
segunda-feira, setembro 11, 2006
sexta-feira, agosto 11, 2006
Férias, aqui vou eu...
de 14 de Agosto a 4 de Setembro, ufa, até que enfim!!! Chegaram as tão merecidas Férias!!!
quarta-feira, agosto 09, 2006
Perfeito amor
Se você não navega em meu mar
Se desconhece meus mistérios
Se você é ar e eu sou água
Eu junto o céu e o mar
Eu subo aos céus para te encontrar.
Eu me entrego a ti
Mesmo que as diferenças
Não me façam sorrir...
Mesmo que muitas vezes
Não possas me acompanhar,
Pois sei que somente abraçados
Poderemos voar.
Luz do meu caminho
Anjo que veio me salvar...
Deita cabeça no meu peito
Pois é contigo que vou ficar.
Amor que rege minhas tormentas
Desgoverna meus mares
Senhor do meu destino
De todos meus amores.
Amor que tanto busco
Amor que nos teus braços encontro.
Refúgio dos meus sonhos
Fortaleza de minh’alma.
Lágrimas derramas em meu mar
Delas eu bebo teu verdadeiro...
Nos teus olhos eu enxergo teu guerreiro
Que me pede para ficar.
Fica então no meu mundo
No meu corpo, vida e cama.
Eu fico no teu, porque sou tua
E minha alma te reconhece e te chama.
Me abraça e me leva
Nosso amor é possível.
Amor de tantas provas
De tantas glórias...
Amor só nosso
Perfeito amor.
Se desconhece meus mistérios
Se você é ar e eu sou água
Eu junto o céu e o mar
Eu subo aos céus para te encontrar.
Eu me entrego a ti
Mesmo que as diferenças
Não me façam sorrir...
Mesmo que muitas vezes
Não possas me acompanhar,
Pois sei que somente abraçados
Poderemos voar.
Luz do meu caminho
Anjo que veio me salvar...
Deita cabeça no meu peito
Pois é contigo que vou ficar.
Amor que rege minhas tormentas
Desgoverna meus mares
Senhor do meu destino
De todos meus amores.
Amor que tanto busco
Amor que nos teus braços encontro.
Refúgio dos meus sonhos
Fortaleza de minh’alma.
Lágrimas derramas em meu mar
Delas eu bebo teu verdadeiro...
Nos teus olhos eu enxergo teu guerreiro
Que me pede para ficar.
Fica então no meu mundo
No meu corpo, vida e cama.
Eu fico no teu, porque sou tua
E minha alma te reconhece e te chama.
Me abraça e me leva
Nosso amor é possível.
Amor de tantas provas
De tantas glórias...
Amor só nosso
Perfeito amor.
terça-feira, agosto 08, 2006
gentinha perniciosa...
Hoje apetece-me "Postar" sobre umas conversas acerca de gentinha perniciosa... e logo hoje porque já estou bem e até me estou cagando para esse tipo de gente...
"Que eu sou um daqueles casos de insociabilidade crónica já deve ter dado para perceber. Que a minha vida é tão estimulante quanto dar milho a pombos num parque em tardes soalheiras também salta à vista. Que as minhas perspectivas de melhorar têm uma dimensão semelhante à da massa encefálica de um galináceo doméstico, também.Mas que isto tudo estava a tornar-se cada vez mais verdadeiro, até a mim tinha escapado.A forma de anúncio deste mau estado de coisas é um acontecimento interior comparável ao momento Vítor Constâncio e perspectivas de crescimento para Potugal: um choque previsível, a constatação penosa e deprimente de uma realidade da qual se suspeita mas a que é adjacente uma estúpida esperança de se estar de algum modo errado.E como é que isto acontece na prática?Há um "belo" dia em que saio de casa e,[há dias em que não saio de casa, mas o dia de fatídicas convulsões da alma nunca é um desses dias de toneladas de comida ingerida em frente do televisor, durante horas... ahhhh!]a minha rotina é um fardo subita e inesperadamente ainda pior que no dia anterior, os rostos parecem-me saídos de um daqueles álbuns de fotos das famílias norte-americanas do interior durante os anos da Grande Depressão, as vozes nutrem-se de um ruído ôco de desprezo e rudeza para comigo, as palavras que me são dirigidas são como aquelas balas que se fragmentam no momento em que atingem o alvo [ daquelas especialmente concebidas para desfigurar].Isto. Este calvário não encomendado à gentinha alheia, a quem, lamentavelmente, acabo sempre por dar mais palavras do que as merecidas, faz o meu dia. O dia da consciencialização que a crise existe e nada me irá afastar dela.Um dia como o de hoje...MAS,para variar,vou projectar toda esta angústia solitária no merecido insulto à gentinha merdosa que hoje tirou o dia para me chinar a pachorra com as suas almas mesquinhas e inconsequentes, para macular o estúpido sorriso de contentamento ignorante que habitava o meu rosto instantes depois de acordar.A esses, e essas: p'rás urtigas com todos vós!**da-se! Que alívio![ou então não...]
16 Comments:
Anonymous
Eu prefiro ignorar essa raça de pessoas, nunca se sabe se um dia não virão (ou será que já estão) a dominar o mundo...) pensem na eleição do Bush...
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
****daaaaaaasssee digo eu! xiça!!!Que violência social!!Qt a ti emaisómilho... tangas é o que é ;o) e que belas tangas, que me mijo a rir :o) (quase)BJS
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
anónimo,esse é o famoso método UNCONF (uma no cravo outra na ferradura)é certo e sabido que o futuro é das bestas ;)
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
,eu não sou uma pessoa violenta, só gostava era de submeter certas e determinadas pessoas a certos instrumentos de "correcção" que a santa inquisição desenvolveu com enorme sucesso...a imagem mental da provocação de uma acesso de incontinência pelos meus posts é inquietante... e sinistra!bj grande ;)
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
Ói!Desculpa, mas não é "uma no cravo e outra na ferradura", é "uma no cravo e outra na serradura". Porque "quem sai aos seus não é de genebra".Além disso não me parece que a Santa Inquisição tenha sido assim tão bem sucedida, ou EU não estaria aqui...Quanto a essas tais pessoas também uso o método de as ignorar.É a mais horrível tortura que se lhes pode fazer. Provocar-lhes a sensação de que simplesmente não existem. E depois, vem o riso. Vem o gozo de as ver esforçarem-se até à inconsequência para mostrarem que existem. Ai o que eu me rio!Há gajos capazes de se candidatarem a presidente da república, imagine-se! Ah, ah, ah!bjs,
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
obrigada pela correcção proverbial. a este blog interessam o rigor e a seriedade. o teu contributo é importante.apesar de ignorar tal gente 90% do tempo e de realmente ser divertido observar o seu desespero por atenção, a verdade é que é malta com um ar mais feliz do que eu. Digamos que volto ao local do crime na esperança que o contentamento alarve deles se pegue, como a Peste Negra, na saudosa época medieval.bj grande
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
Para quê encapotar ou ingenuamente julgar que ignorar tais plebeus nos fará sentir melhor? Aquilato que o sorriso que matiza a face dessas mentes peritas na arte de mofar, é tão indestrutível como a Golden Gate Bridge de San Francisco, perante sucessivos abalos sísmicos. É a eterna peleja contra esse exército de criaturas que se auto-acomodam num pretensioso altar edificado pelo próprio vómito.Ósculos saudosos, Comadre!
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
É. Que é uma letra, mas também a constatação de um estado de espírito. É-se assim porque sim, porque se fosse não, não se era. E para mais, as palavras imortais de Pinheiro de Azevedo, nosso ex-primeiro-ministro, mostram ainda hoje a sua validade: "Bardamerda para o fascista!". O que vale por dizer "Bardamerda" para estes cromos que optam por viver com um sorriso de alarvidade alienada nos lábios e que, à boa maneira latina, acham que o que é dos outros é deles e vai daí, existem para chatear ou chateam para existir... tudo depende. E pronto, é o que me apraz dizer. É.
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
Aleijar-se, cair, regressar, partir! Toda a mecânica social se arruma nestas palavras.
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
essa eloquente descrição de tão perversas critauras traduz a plena compreensão do fenómeno. Porque será que não me surpreende?!ósculos compadre ;)
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
é.[ já cá fazia falta essa virtuosidade ;) ]
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
um ciclo urobórico...
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
É. Que vem antes do éfe... éfe usado em frases tão belas como "Faz um frio cerebral imenso neste longínquo Serengeti. Pode ser que para o ano, Bishkek mereça a minha visita". O que quase é a mesma coisa que dizer que já não é, mas sim , que se foi. E quando se foi, vai-se por um caminho assim e assado, como quem diz explicar por a+b+c e depois vem o d, assim a modos que as alíneas que existem na legislação. E depois do d, claro que vem o é. E assim acontece sermos todos.
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
o quer que seja que andas a comer misturado com os cerais ao pequeno almoço... faz um efeito do catano!
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
Ora e que bom é ter gente merdosa à nossa volta que,apesar de merdosa,consegue ter um papel útil nas nossas vidas:Serem bonecos de feira!Beijinho
Sábado, 19 Novembro, 2005
Há bonecos de feira muito irritantes!"
"Que eu sou um daqueles casos de insociabilidade crónica já deve ter dado para perceber. Que a minha vida é tão estimulante quanto dar milho a pombos num parque em tardes soalheiras também salta à vista. Que as minhas perspectivas de melhorar têm uma dimensão semelhante à da massa encefálica de um galináceo doméstico, também.Mas que isto tudo estava a tornar-se cada vez mais verdadeiro, até a mim tinha escapado.A forma de anúncio deste mau estado de coisas é um acontecimento interior comparável ao momento Vítor Constâncio e perspectivas de crescimento para Potugal: um choque previsível, a constatação penosa e deprimente de uma realidade da qual se suspeita mas a que é adjacente uma estúpida esperança de se estar de algum modo errado.E como é que isto acontece na prática?Há um "belo" dia em que saio de casa e,[há dias em que não saio de casa, mas o dia de fatídicas convulsões da alma nunca é um desses dias de toneladas de comida ingerida em frente do televisor, durante horas... ahhhh!]a minha rotina é um fardo subita e inesperadamente ainda pior que no dia anterior, os rostos parecem-me saídos de um daqueles álbuns de fotos das famílias norte-americanas do interior durante os anos da Grande Depressão, as vozes nutrem-se de um ruído ôco de desprezo e rudeza para comigo, as palavras que me são dirigidas são como aquelas balas que se fragmentam no momento em que atingem o alvo [ daquelas especialmente concebidas para desfigurar].Isto. Este calvário não encomendado à gentinha alheia, a quem, lamentavelmente, acabo sempre por dar mais palavras do que as merecidas, faz o meu dia. O dia da consciencialização que a crise existe e nada me irá afastar dela.Um dia como o de hoje...MAS,para variar,vou projectar toda esta angústia solitária no merecido insulto à gentinha merdosa que hoje tirou o dia para me chinar a pachorra com as suas almas mesquinhas e inconsequentes, para macular o estúpido sorriso de contentamento ignorante que habitava o meu rosto instantes depois de acordar.A esses, e essas: p'rás urtigas com todos vós!**da-se! Que alívio![ou então não...]
16 Comments:
Anonymous
Eu prefiro ignorar essa raça de pessoas, nunca se sabe se um dia não virão (ou será que já estão) a dominar o mundo...) pensem na eleição do Bush...
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
****daaaaaaasssee digo eu! xiça!!!Que violência social!!Qt a ti emaisómilho... tangas é o que é ;o) e que belas tangas, que me mijo a rir :o) (quase)BJS
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
anónimo,esse é o famoso método UNCONF (uma no cravo outra na ferradura)é certo e sabido que o futuro é das bestas ;)
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
,eu não sou uma pessoa violenta, só gostava era de submeter certas e determinadas pessoas a certos instrumentos de "correcção" que a santa inquisição desenvolveu com enorme sucesso...a imagem mental da provocação de uma acesso de incontinência pelos meus posts é inquietante... e sinistra!bj grande ;)
Terça-feira, 15 Novembro, 2005
Ói!Desculpa, mas não é "uma no cravo e outra na ferradura", é "uma no cravo e outra na serradura". Porque "quem sai aos seus não é de genebra".Além disso não me parece que a Santa Inquisição tenha sido assim tão bem sucedida, ou EU não estaria aqui...Quanto a essas tais pessoas também uso o método de as ignorar.É a mais horrível tortura que se lhes pode fazer. Provocar-lhes a sensação de que simplesmente não existem. E depois, vem o riso. Vem o gozo de as ver esforçarem-se até à inconsequência para mostrarem que existem. Ai o que eu me rio!Há gajos capazes de se candidatarem a presidente da república, imagine-se! Ah, ah, ah!bjs,
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
obrigada pela correcção proverbial. a este blog interessam o rigor e a seriedade. o teu contributo é importante.apesar de ignorar tal gente 90% do tempo e de realmente ser divertido observar o seu desespero por atenção, a verdade é que é malta com um ar mais feliz do que eu. Digamos que volto ao local do crime na esperança que o contentamento alarve deles se pegue, como a Peste Negra, na saudosa época medieval.bj grande
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
Para quê encapotar ou ingenuamente julgar que ignorar tais plebeus nos fará sentir melhor? Aquilato que o sorriso que matiza a face dessas mentes peritas na arte de mofar, é tão indestrutível como a Golden Gate Bridge de San Francisco, perante sucessivos abalos sísmicos. É a eterna peleja contra esse exército de criaturas que se auto-acomodam num pretensioso altar edificado pelo próprio vómito.Ósculos saudosos, Comadre!
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
É. Que é uma letra, mas também a constatação de um estado de espírito. É-se assim porque sim, porque se fosse não, não se era. E para mais, as palavras imortais de Pinheiro de Azevedo, nosso ex-primeiro-ministro, mostram ainda hoje a sua validade: "Bardamerda para o fascista!". O que vale por dizer "Bardamerda" para estes cromos que optam por viver com um sorriso de alarvidade alienada nos lábios e que, à boa maneira latina, acham que o que é dos outros é deles e vai daí, existem para chatear ou chateam para existir... tudo depende. E pronto, é o que me apraz dizer. É.
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
Aleijar-se, cair, regressar, partir! Toda a mecânica social se arruma nestas palavras.
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
essa eloquente descrição de tão perversas critauras traduz a plena compreensão do fenómeno. Porque será que não me surpreende?!ósculos compadre ;)
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
é.[ já cá fazia falta essa virtuosidade ;) ]
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
um ciclo urobórico...
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
É. Que vem antes do éfe... éfe usado em frases tão belas como "Faz um frio cerebral imenso neste longínquo Serengeti. Pode ser que para o ano, Bishkek mereça a minha visita". O que quase é a mesma coisa que dizer que já não é, mas sim , que se foi. E quando se foi, vai-se por um caminho assim e assado, como quem diz explicar por a+b+c e depois vem o d, assim a modos que as alíneas que existem na legislação. E depois do d, claro que vem o é. E assim acontece sermos todos.
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
o quer que seja que andas a comer misturado com os cerais ao pequeno almoço... faz um efeito do catano!
Quarta-feira, 16 Novembro, 2005
Ora e que bom é ter gente merdosa à nossa volta que,apesar de merdosa,consegue ter um papel útil nas nossas vidas:Serem bonecos de feira!Beijinho
Sábado, 19 Novembro, 2005
Há bonecos de feira muito irritantes!"
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