segunda-feira, abril 02, 2007
sexta-feira, março 30, 2007
Até um dia...
Caros Colegas e Amigos,
Como certamente alguns saberão, a partir de hoje, deixarei de estar mobilizada no Projecto Rave, mas continuarei noutro projecto, nomeadamente em Loures.
Agradeço a todos os colegas a colaboração prestada e aos amigos a dedicação nestes últimos 2 anos.
Assim, para os que não tive oportunidade de me despedir pessoalmente, aqui ficam os meus votos de muitos sucessos profissionais e pessoais, e o meu Obrigada.
Permitam-me a referência a «Shakespeare»:
«Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos, presentes não são promessas.
E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerá pelo resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradas de ti muito depressa; por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que paciência requer muita práctica. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes, tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em, algum momento , condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes. E, finalmente, aprendes que o tempo, não é algo que possa voltar para trás. PORTANTO, planta teu jardim e decora tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores. E percebes que realmente podes suportar... que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor, e que tens valor diante da vida! E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!»
Eu vou tentar… O caminho é em frente! E eu Tenho vontade de o percorrer, isto é o principal para encontrar de novo a estabilidade!
Bjs para Todos vocês! E uma vez mais Muito Obrigada!
Ana Duarte
Como certamente alguns saberão, a partir de hoje, deixarei de estar mobilizada no Projecto Rave, mas continuarei noutro projecto, nomeadamente em Loures.
Agradeço a todos os colegas a colaboração prestada e aos amigos a dedicação nestes últimos 2 anos.
Assim, para os que não tive oportunidade de me despedir pessoalmente, aqui ficam os meus votos de muitos sucessos profissionais e pessoais, e o meu Obrigada.
Permitam-me a referência a «Shakespeare»:
«Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos, presentes não são promessas.
E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerá pelo resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradas de ti muito depressa; por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que paciência requer muita práctica. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes, tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em, algum momento , condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes. E, finalmente, aprendes que o tempo, não é algo que possa voltar para trás. PORTANTO, planta teu jardim e decora tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores. E percebes que realmente podes suportar... que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor, e que tens valor diante da vida! E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!»
Eu vou tentar… O caminho é em frente! E eu Tenho vontade de o percorrer, isto é o principal para encontrar de novo a estabilidade!
Bjs para Todos vocês! E uma vez mais Muito Obrigada!
Ana Duarte
quinta-feira, março 08, 2007
DIA DA MULHER 08/03/2007
Um Brinde a nós MULHERES!
Aos Homens que nos têm, aos Otários que nos tiveram e aos Sortudos que terão o prazer de nos vir a conhecer!!!
Aos Homens que nos têm, aos Otários que nos tiveram e aos Sortudos que terão o prazer de nos vir a conhecer!!!
quarta-feira, janeiro 17, 2007
Vergonha na saúde pública em Portugal...
"No dia 03/10/2006 num daqueles programas da manhã da SIC ou TVI esteve como convidado um senhor, humilde, a contar uma história que ultrapassa a compreensão:
Faz três anos ficou COMPLETAMENTE CEGO fazendo uns trabalhos de soldadura. Fartou-se de ir a os médicos do serviço nacional de saúde, médicos e mais médicos, horas e horas de espera para as consultas, etc. Os médicos tinham dito que o caso não tinha cura, e que só poderia ser observado para obter ALGUMA MELHORA em Cuba ou Espanha.
Resumindo: ele é pobre, e o nosso serviço nacional de saúde não se preocupou em canalizar o homem para ser visto no estrangeiro (é um direito consagrado). Ele queria suicidar-se, já não queria mais viver assim. Por coisas da vida, seu filho é casado com uma UCRANIANA, (um país pobre?) e ela através de familiares na UCRANIA tentou levar o sogro por CONTA DELES PROPRIOS para ver se poderia haver esperança.
CONCLUSÃO:
Ele chegou à UCRANIA de manhã e foi levado de IMEDIATO para o serviço médico para dar entrada NESSE MESMO DIA. Às duas da tarde, fez uma cirurgia com LASER. ACONTECEU UM MILAGRE!!!
Quando ele acabou a sessão laser, JA ESTAVA A VER O MÉDICO.
MILAGRE?????? NÃOOOOOOOOOOOOOO!!! ISTO CHAMA-SE MEDICINA E TECNOLOGIA!!!
EM PORTUGAL O DESGRAÇADO NUNCA MAIS RECUPERARIA A VISÃO! TRES ANOS CEGO E RECUPEROU A VISTA EM MINUTOS!!!!! O homem chorava ao contar isto (ele chegou de lá faz um mês) MAIS, O MELHOR É QUE NÃO PAGARAM NADA........ N.A.D.A!
SÓ pagou as gotas que têm que deitar nos olhos! O homem ainda falou no Ministério da Saúde Português, mais foi deitar água num cesto...
Que vergonha este nosso serviço nacional de saúde!!!"
No passado dia 14 de Novembro de 2006, terça-feira, fui à consulta de Dermatologia, no Hospital Curry Cabral, onde fui “vista” pela primeira vez pela Dra. Gabriela Pinto. No inicio da consulta, e quando, mal entrei no gabinete/consultório, me disse com enorme antipatia e alguma agressividade “já estava à espera de outro doente que tinha chamado” ao mesmo tempo, e que já me tinha chamado mais vezes, sem ninguém a ter avisado da minha presença no Hospital, (facto para o qual eu tinha perguntado no acto da inscrição se já tinham começado as consultas e me foi dito que ainda não, e eu informei, que assim sendo, ia comprar algo para comer, sem ter demorado. Já precavendo qualquer desencontro, solicitei a um funcionário de serviço do hospital, caso fosse chamada, para informar a Dra.Gabriela Pinto que eu estava no Hospital. Admitindo que a Dr.ª não fora informada, no entanto penso que nada justifica a agressividade verbal da Doutora.
A Drª Gabriela disse-me ainda que já me tinha passado para o final da consulta, e que eu nem deveria estar ali acompanhada pela minha filha de 5 anos. Refira-se que a minha filha só estava comigo porque nesse dia eu não tinha com que a deixar, porque o infantário que frequenta, estava fechado nesse dia por razões de falta de água. A Dr.ª justificou esse comentário pelo facto de, por ali (hospital) passarem pessoas com doenças infecto-contagiosas. Ora isto, também é válido para mim, que assim sendo, também estou a correr riscos de contrair algo durante esta consulta, quando a meu ver, deveria existir local próprio, de consultas ou rastreios, para este tipo de doenças. Mas se venho ao hospital é porque necessito, não por gosto.
Ora o que aconteceu, foi que já estava outro doente ao fundo da mesma sala à espera de ser observado pela Sra. Dra., estando nós separados apenas por uma cortina, que estava corrida, e onde do outro lado da cortina, estive eu, de pé, a falar e mostrar o que me tinha levado a esta consulta, que resultou na entrega de uma prescrição médica e que me foi dito que não era necessário marcar nova consulta.
Apesar da minha insatisfação, relativamente ao atendimento da Sra. Dra. Gabriela Pinto, marquei nova consulta, que ocorreu no passado dia 17 de Janeiro de 2007, quarta-feira, em que voltei a ser “observada”, pela segunda vez por esta Doutora. Desta vez , fui chamada uma só vez, mas logo repreendida pala Sra. Dra. Gabriela, que estava acompanhada por outra Sra. Doutora, facto que também não a impediu de ter sido desagradável para mim, começando logo por reclamar, dizendo-me que eu já tinha feito tardiamente a minha inscrição, quando esta ocorreu (+/-) às 12h42m, e que está de acordo, com o que vem escrito no impresso das marcações das consultas, que solicita “a comparência, de preferência, 30m antes da hora marcada para a consulta, ora se a hora estava marcada para as 13h00m, eu fiz a minha inscrição, confirmando a minha presença, atempadamente, e que a meu ver, não justifica a “má vontade” e o “frete”, que a Sra. Dra. Gabriela demonstra fazer, no curto espaço de tempo eu que eu sou “observada”.
Desta vez, fui eu que fiquei ao fundo da sala, porque também já tinha sido chamado outro doente, que foi encaminhado para o outro sítio, separados pela “tal” cortina, e onde me foi pedido para me despir, e onde também, desta vez, tive direito a uma marquesa, onde só me sentei, e tive, a breve, oportunidade de mostrar os motivos que me levaram até lá, ao que a Sra. Dra. diz estar tudo normal, (o que quer que isto queira dizer); (a observação foi toda ela de “fugida” porque a Sra.Dra. esteve sempre com pressa), consegui dizer nesta consulta, porque na 1ª fiquei enervada ao ponto de não me lembrar das coisas que queria falar e mostrar, e desta vez, disse que tanto o cabelo como as minhas unhas estão muito fracos e quebradiços; e “tentei” (porque a Sra. Dra. já tinha passado para o outro lado da cortina enquanto eu falava e me perguntava se eu necessitava dos mesmos medicamentos que me tinha prescrito aquando da 1ª consulta, ao que eu respondi que sim, e que me foi de imediato entregue a prescrição médica, já impressa) mostrar os meus sinais (peito e rosto) que têm aumentado de tamanho, ao que a Sra.Dra. disse serem normais, e que eu não sei o que isto quer dizer, “normal”???, estive +/- 8m, sensívelmente, desde as 13h55m, até às 14h04m, no gabinete/consultório, para falar e ser observada sem demoras.
Assim sendo, face ao exposto, a “postura” desta Sra. Doutora, a meu ver, é prejudicial aos seus doentes, no que se refere à sua estabilidade emocional e psicológica, uma vez que não apresenta condições, que apaziguem o estado dos doentes, e eu falo por mim, como é óbvio, em que o estado nervoso, muito conta para o meu bem-estar clínico.
Desta forma, perante a excepcionalidade do caso e das exigências de cuidados, e é triste de referir isto, mas também de educação, consideração e respeito pelo próximo, que esta posição de médico exige, solicitei por carta registada ao Director da Consulta de Dermatologia do Hospital, após ter registado no Livro de Reclamações o sucedido, que, face ao exposto, permitisse, a mudança de médico assistente. Estando convicta que, se me for autorizada essa alteração, a satisfação e estabilidade, será seguramente recuperada, uma vez que esta Instituição detém um vasto leque de profissionais qualificados, entre os quais, o facto de oferecer, uma linha de continuidade no acompanhamento psicológico dos doentes, em que promete assegurar uma informação geral que lhes garante a descoberta e o desenvolvimento dos seus interesses, promovendo a realização individual em harmonia com as melhoras e as curas das suas enfermidades, proporcionando-lhes a aquisição de noções das próprias doenças de que padecem, onde são criadas condições de promoção do sucesso da saúde dos seus pacientes; isto quando não os "mandam" embora do Hospital, em datas de renovações Contratuais, como já tive oportunidade de assistir.
...Enfim...eis como vai a saúde pública em Portugal...
Faz três anos ficou COMPLETAMENTE CEGO fazendo uns trabalhos de soldadura. Fartou-se de ir a os médicos do serviço nacional de saúde, médicos e mais médicos, horas e horas de espera para as consultas, etc. Os médicos tinham dito que o caso não tinha cura, e que só poderia ser observado para obter ALGUMA MELHORA em Cuba ou Espanha.
Resumindo: ele é pobre, e o nosso serviço nacional de saúde não se preocupou em canalizar o homem para ser visto no estrangeiro (é um direito consagrado). Ele queria suicidar-se, já não queria mais viver assim. Por coisas da vida, seu filho é casado com uma UCRANIANA, (um país pobre?) e ela através de familiares na UCRANIA tentou levar o sogro por CONTA DELES PROPRIOS para ver se poderia haver esperança.
CONCLUSÃO:
Ele chegou à UCRANIA de manhã e foi levado de IMEDIATO para o serviço médico para dar entrada NESSE MESMO DIA. Às duas da tarde, fez uma cirurgia com LASER. ACONTECEU UM MILAGRE!!!
Quando ele acabou a sessão laser, JA ESTAVA A VER O MÉDICO.
MILAGRE?????? NÃOOOOOOOOOOOOOO!!! ISTO CHAMA-SE MEDICINA E TECNOLOGIA!!!
EM PORTUGAL O DESGRAÇADO NUNCA MAIS RECUPERARIA A VISÃO! TRES ANOS CEGO E RECUPEROU A VISTA EM MINUTOS!!!!! O homem chorava ao contar isto (ele chegou de lá faz um mês) MAIS, O MELHOR É QUE NÃO PAGARAM NADA........ N.A.D.A!
SÓ pagou as gotas que têm que deitar nos olhos! O homem ainda falou no Ministério da Saúde Português, mais foi deitar água num cesto...
Que vergonha este nosso serviço nacional de saúde!!!"
No passado dia 14 de Novembro de 2006, terça-feira, fui à consulta de Dermatologia, no Hospital Curry Cabral, onde fui “vista” pela primeira vez pela Dra. Gabriela Pinto. No inicio da consulta, e quando, mal entrei no gabinete/consultório, me disse com enorme antipatia e alguma agressividade “já estava à espera de outro doente que tinha chamado” ao mesmo tempo, e que já me tinha chamado mais vezes, sem ninguém a ter avisado da minha presença no Hospital, (facto para o qual eu tinha perguntado no acto da inscrição se já tinham começado as consultas e me foi dito que ainda não, e eu informei, que assim sendo, ia comprar algo para comer, sem ter demorado. Já precavendo qualquer desencontro, solicitei a um funcionário de serviço do hospital, caso fosse chamada, para informar a Dra.Gabriela Pinto que eu estava no Hospital. Admitindo que a Dr.ª não fora informada, no entanto penso que nada justifica a agressividade verbal da Doutora.
A Drª Gabriela disse-me ainda que já me tinha passado para o final da consulta, e que eu nem deveria estar ali acompanhada pela minha filha de 5 anos. Refira-se que a minha filha só estava comigo porque nesse dia eu não tinha com que a deixar, porque o infantário que frequenta, estava fechado nesse dia por razões de falta de água. A Dr.ª justificou esse comentário pelo facto de, por ali (hospital) passarem pessoas com doenças infecto-contagiosas. Ora isto, também é válido para mim, que assim sendo, também estou a correr riscos de contrair algo durante esta consulta, quando a meu ver, deveria existir local próprio, de consultas ou rastreios, para este tipo de doenças. Mas se venho ao hospital é porque necessito, não por gosto.
Ora o que aconteceu, foi que já estava outro doente ao fundo da mesma sala à espera de ser observado pela Sra. Dra., estando nós separados apenas por uma cortina, que estava corrida, e onde do outro lado da cortina, estive eu, de pé, a falar e mostrar o que me tinha levado a esta consulta, que resultou na entrega de uma prescrição médica e que me foi dito que não era necessário marcar nova consulta.
Apesar da minha insatisfação, relativamente ao atendimento da Sra. Dra. Gabriela Pinto, marquei nova consulta, que ocorreu no passado dia 17 de Janeiro de 2007, quarta-feira, em que voltei a ser “observada”, pela segunda vez por esta Doutora. Desta vez , fui chamada uma só vez, mas logo repreendida pala Sra. Dra. Gabriela, que estava acompanhada por outra Sra. Doutora, facto que também não a impediu de ter sido desagradável para mim, começando logo por reclamar, dizendo-me que eu já tinha feito tardiamente a minha inscrição, quando esta ocorreu (+/-) às 12h42m, e que está de acordo, com o que vem escrito no impresso das marcações das consultas, que solicita “a comparência, de preferência, 30m antes da hora marcada para a consulta, ora se a hora estava marcada para as 13h00m, eu fiz a minha inscrição, confirmando a minha presença, atempadamente, e que a meu ver, não justifica a “má vontade” e o “frete”, que a Sra. Dra. Gabriela demonstra fazer, no curto espaço de tempo eu que eu sou “observada”.
Desta vez, fui eu que fiquei ao fundo da sala, porque também já tinha sido chamado outro doente, que foi encaminhado para o outro sítio, separados pela “tal” cortina, e onde me foi pedido para me despir, e onde também, desta vez, tive direito a uma marquesa, onde só me sentei, e tive, a breve, oportunidade de mostrar os motivos que me levaram até lá, ao que a Sra. Dra. diz estar tudo normal, (o que quer que isto queira dizer); (a observação foi toda ela de “fugida” porque a Sra.Dra. esteve sempre com pressa), consegui dizer nesta consulta, porque na 1ª fiquei enervada ao ponto de não me lembrar das coisas que queria falar e mostrar, e desta vez, disse que tanto o cabelo como as minhas unhas estão muito fracos e quebradiços; e “tentei” (porque a Sra. Dra. já tinha passado para o outro lado da cortina enquanto eu falava e me perguntava se eu necessitava dos mesmos medicamentos que me tinha prescrito aquando da 1ª consulta, ao que eu respondi que sim, e que me foi de imediato entregue a prescrição médica, já impressa) mostrar os meus sinais (peito e rosto) que têm aumentado de tamanho, ao que a Sra.Dra. disse serem normais, e que eu não sei o que isto quer dizer, “normal”???, estive +/- 8m, sensívelmente, desde as 13h55m, até às 14h04m, no gabinete/consultório, para falar e ser observada sem demoras.
Assim sendo, face ao exposto, a “postura” desta Sra. Doutora, a meu ver, é prejudicial aos seus doentes, no que se refere à sua estabilidade emocional e psicológica, uma vez que não apresenta condições, que apaziguem o estado dos doentes, e eu falo por mim, como é óbvio, em que o estado nervoso, muito conta para o meu bem-estar clínico.
Desta forma, perante a excepcionalidade do caso e das exigências de cuidados, e é triste de referir isto, mas também de educação, consideração e respeito pelo próximo, que esta posição de médico exige, solicitei por carta registada ao Director da Consulta de Dermatologia do Hospital, após ter registado no Livro de Reclamações o sucedido, que, face ao exposto, permitisse, a mudança de médico assistente. Estando convicta que, se me for autorizada essa alteração, a satisfação e estabilidade, será seguramente recuperada, uma vez que esta Instituição detém um vasto leque de profissionais qualificados, entre os quais, o facto de oferecer, uma linha de continuidade no acompanhamento psicológico dos doentes, em que promete assegurar uma informação geral que lhes garante a descoberta e o desenvolvimento dos seus interesses, promovendo a realização individual em harmonia com as melhoras e as curas das suas enfermidades, proporcionando-lhes a aquisição de noções das próprias doenças de que padecem, onde são criadas condições de promoção do sucesso da saúde dos seus pacientes; isto quando não os "mandam" embora do Hospital, em datas de renovações Contratuais, como já tive oportunidade de assistir.
...Enfim...eis como vai a saúde pública em Portugal...
terça-feira, janeiro 16, 2007
A vida...
A vida é como algo que se assemelha a uma peça de teatro, onde nós somos actores.
O papel que nos cabe nem sempre é o papel que desejamos...
acabamos por ansiar pelo final do acto, e que o pano caia,
para ver se o próximo acto será melhor (ou não...)
Se muitas vezes o nosso papel nos traz incompreensão
e injustiça por parte do "público" ou dos outros actores...
isso infelizmente acaba quase por ser normal neste mundo!
A desconfiança faz parte do nosso modo de vida presente,
e pouco ou nada podemos fazer para alterar isso.
O papel que nos cabe nem sempre é o papel que desejamos...
acabamos por ansiar pelo final do acto, e que o pano caia,
para ver se o próximo acto será melhor (ou não...)
Se muitas vezes o nosso papel nos traz incompreensão
e injustiça por parte do "público" ou dos outros actores...
isso infelizmente acaba quase por ser normal neste mundo!
A desconfiança faz parte do nosso modo de vida presente,
e pouco ou nada podemos fazer para alterar isso.
domingo, janeiro 14, 2007
O "corte"...
...foi isso mesmo que me deixou perplexa a pensar, é um corte, um virar de página ou melhor é o acabar de uma história e o começo de outra, é como se a nossa vida fosse um livro que reunisse várias histórias diferentes que serão acrescentadas á medida que o tempo vai passando...
sábado, janeiro 13, 2007
Inês...
"Aqueles que passam por nós , não vão sós não nos deixam sós, deixam um pouco de si e levam um pouco de nós"
sexta-feira, janeiro 12, 2007
O PIOR dia 12 de Janeiro de sempre, o de 1992
E já faz hoje 15 ANOS que partiste...
Infinitamente tu
Assim como as nuvens nos dão a chuva,
assim como o sol nos dá o calor,
assim como a noite nos traz o brilho da Lua,
assim como as estrelas nos fazem sonhar,
assim vives tu em nós.
O teu olhar é do vento, da brisa,
um olhar do sopro que nos acaricia pela manhã,
um olhar do raio de sol que nos aquece pela tarde,
um olhar da escuridão que nos adormece pela noite.
O tempo passa e as lágrimas ainda ardem.
Vão arder sempre, assim como o fogo que sentimos cá dentro.
Um breve suspirar nesta eterna saudade que nos consome.
Um eterno desejo de ti.
Um infinito Amor teu.
Um beijo daqui até ao Céu...
AMO-TE.... PARA SEMPRE MINHA AMIGA, NUNCA TE ESQUECEREI !!!!
Infinitamente tu
Assim como as nuvens nos dão a chuva,
assim como o sol nos dá o calor,
assim como a noite nos traz o brilho da Lua,
assim como as estrelas nos fazem sonhar,
assim vives tu em nós.
O teu olhar é do vento, da brisa,
um olhar do sopro que nos acaricia pela manhã,
um olhar do raio de sol que nos aquece pela tarde,
um olhar da escuridão que nos adormece pela noite.
O tempo passa e as lágrimas ainda ardem.
Vão arder sempre, assim como o fogo que sentimos cá dentro.
Um breve suspirar nesta eterna saudade que nos consome.
Um eterno desejo de ti.
Um infinito Amor teu.
Um beijo daqui até ao Céu...
AMO-TE.... PARA SEMPRE MINHA AMIGA, NUNCA TE ESQUECEREI !!!!
sábado, janeiro 06, 2007
o AMOR vai de vento em popa...
...e é assim...hoje oferecemo-nos alianças em ouro branco...
Em celebração ao AMOR que nos une!
Em celebração ao AMOR que nos une!
sexta-feira, janeiro 05, 2007
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Gosto desse...
...
Gosto desse teu ar tristonho, desse olhar de melancolia, mesmo nos momentos de prazer e de sonho, ou nos instantes de amor e de alegria... Gosto dessa tua expressão de ternura tão suave e masculina, desse olhar de ventura com um brilho húmido a luzir num profundo langor... Desse teu olhar de meiguice que me cativa e domina, tu que dás sempre a impressão de quem precisa de protecção e amor... Desse teu ar de menino, desse teu ar que me faz mais mulher ao teu olhar... Gosto da tua voz, tranquila, do tom manso com que falas, como se acariciasses até as palavras que dizes; da tua presença, que é assim como um quieto remanso, um pedaço de sombra onde me abrigo quando somos felizes... Gosto desse teu jeito calmo, sossegado, com que me encostas ao teu peito e te deixas ficar entre ternuras e embaraços, como se tudo ficasse, de repente, parado, e o teu mundo pudesse ser delimitado pelos nossos braços... Gosto de ti assim, "pequenino", "finhinho", macio, quando me apertas contra ti e me sinto tua (inteiramente nua) e tens um ar abandonado, como quem caminha sonâmbulo, por um estranho caminho feito de céu e de lua...
...
Gosto de ti desesperadamente: dos teus cabelos de tarde onde mergulho o rosto, dos teus olhos de remanso onde me morro e descanso; dos teus peitos de ambrósias, brancos manjares trementes com dois vermelhos morangos para as minhas alegrias; de teu ventre - uma enseada - porto sem cais e sem mar - branca areia à espera da onda que em vaivém vai se espraiar; de teus quadris, instrumento de tantas curvas, convexo, de tuas coxas que lembram as brancas asas do sexo; - do teu corpo só de alvuras - das infinitas ternuras de tuas mãos, que são ninhos de aconchegos e carinhos, mãos angorás, que parecem que só de carícias tecem esses desejos da gente... Gosto de ti desesperadamente; gosto de ti, todo, inteiro nu, nu, belo, belo, dos teus cabelos de tarde aos teus pés de "Cinderelo" ehehe, (há "ganchetas" e também dois pássaros inquietos em teus pequeninos pés) - gosto de ti, feiticeiro, tal como tu és...
Gosto desse teu ar tristonho, desse olhar de melancolia, mesmo nos momentos de prazer e de sonho, ou nos instantes de amor e de alegria... Gosto dessa tua expressão de ternura tão suave e masculina, desse olhar de ventura com um brilho húmido a luzir num profundo langor... Desse teu olhar de meiguice que me cativa e domina, tu que dás sempre a impressão de quem precisa de protecção e amor... Desse teu ar de menino, desse teu ar que me faz mais mulher ao teu olhar... Gosto da tua voz, tranquila, do tom manso com que falas, como se acariciasses até as palavras que dizes; da tua presença, que é assim como um quieto remanso, um pedaço de sombra onde me abrigo quando somos felizes... Gosto desse teu jeito calmo, sossegado, com que me encostas ao teu peito e te deixas ficar entre ternuras e embaraços, como se tudo ficasse, de repente, parado, e o teu mundo pudesse ser delimitado pelos nossos braços... Gosto de ti assim, "pequenino", "finhinho", macio, quando me apertas contra ti e me sinto tua (inteiramente nua) e tens um ar abandonado, como quem caminha sonâmbulo, por um estranho caminho feito de céu e de lua...
...
Gosto de ti desesperadamente: dos teus cabelos de tarde onde mergulho o rosto, dos teus olhos de remanso onde me morro e descanso; dos teus peitos de ambrósias, brancos manjares trementes com dois vermelhos morangos para as minhas alegrias; de teu ventre - uma enseada - porto sem cais e sem mar - branca areia à espera da onda que em vaivém vai se espraiar; de teus quadris, instrumento de tantas curvas, convexo, de tuas coxas que lembram as brancas asas do sexo; - do teu corpo só de alvuras - das infinitas ternuras de tuas mãos, que são ninhos de aconchegos e carinhos, mãos angorás, que parecem que só de carícias tecem esses desejos da gente... Gosto de ti desesperadamente; gosto de ti, todo, inteiro nu, nu, belo, belo, dos teus cabelos de tarde aos teus pés de "Cinderelo" ehehe, (há "ganchetas" e também dois pássaros inquietos em teus pequeninos pés) - gosto de ti, feiticeiro, tal como tu és...
terça-feira, janeiro 02, 2007
segunda-feira, janeiro 01, 2007
BOM ANO PARA TODOS!!!
Que a luz deste Novo Ano ilumine as Vossas vida, trazendo paz e felicidade para todos os anos vindouros!
sábado, dezembro 30, 2006
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Natal
É Natal!!!
E este é com a família, ehehe, tou feliz...
Desejo tudo de bom para os meus Amigos!!!
Bjs para todos
E este é com a família, ehehe, tou feliz...
Desejo tudo de bom para os meus Amigos!!!
Bjs para todos
sábado, dezembro 23, 2006
6º Aniversário
Soneto de Aniversário:
Passem-se dias, horas, meses, anos
Amadureçam as ilusões da vida
Prossiga ela sempre dividida
Entre compensações e desenganos.
Faça-se a carne mais envilecida
Diminuam os bens, cresçam os danos
Vença o ideal de andar caminhos planos
Melhor que levar tudo de vencida.
Queira-se antes ventura que aventura
À medida que a têmpora embranquece
E fica tenra a fibra que era dura.
E eu te direi: amiga minha, esquece...
Que grande é este amor meu de criatura
Que vê envelhecer e não envelhece.
by Vinicius de Moraes
Passem-se dias, horas, meses, anos
Amadureçam as ilusões da vida
Prossiga ela sempre dividida
Entre compensações e desenganos.
Faça-se a carne mais envilecida
Diminuam os bens, cresçam os danos
Vença o ideal de andar caminhos planos
Melhor que levar tudo de vencida.
Queira-se antes ventura que aventura
À medida que a têmpora embranquece
E fica tenra a fibra que era dura.
E eu te direi: amiga minha, esquece...
Que grande é este amor meu de criatura
Que vê envelhecer e não envelhece.
by Vinicius de Moraes
sexta-feira, dezembro 15, 2006
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Quem nunca sofreu por amor?
Digam-me quem nunca sofreu por amor?
Um amor impossível quem é que não tem?
E quem nunca no peito guardou uma dor?
Uma saudade imensa de alguém que não se tem?
Quem nunca chorou em despedidas?
Quem nunca precisou de um abraço apertado?
Quem nunca se viu sem saída?
Ao ver o seu sonho afastado?
Quem nunca amou de mais?
Quem nunca recebeu de menos?
Quem nunca se achou incapaz?
E perguntou o que aqui fazemos?
Digam-me então, porque por tantas coisas sofremos?
Por que por tantas outras buscamos?
Se no fundo o que realmente queremos
É ter ao lado aquele que amamos?
Um amor impossível quem é que não tem?
E quem nunca no peito guardou uma dor?
Uma saudade imensa de alguém que não se tem?
Quem nunca chorou em despedidas?
Quem nunca precisou de um abraço apertado?
Quem nunca se viu sem saída?
Ao ver o seu sonho afastado?
Quem nunca amou de mais?
Quem nunca recebeu de menos?
Quem nunca se achou incapaz?
E perguntou o que aqui fazemos?
Digam-me então, porque por tantas coisas sofremos?
Por que por tantas outras buscamos?
Se no fundo o que realmente queremos
É ter ao lado aquele que amamos?
quarta-feira, dezembro 06, 2006
domingo, dezembro 03, 2006
...Dores...
É muito bom quando podemos manter um laço forte com alguem que já fez parte da nossa vida de uma forma tão completa, mas é muito triste pensarmos que provavelmente as pessoas que amamos ou amámos, e temos/tivemos ao nosso lado, um dia poderão passar a ser apenas "alguém que aqui esteve e já não está"...
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