domingo, abril 27, 2008
quinta-feira, abril 24, 2008
terça-feira, abril 22, 2008
...de uma amiga...
...tirado de um blog de uma amiga, mas que diz muitas verdades, que fazem muito sentido!...
"Recomeçar depois de…
Todos os dias se olha para trás em busca de mais uma ponta de força.Todos nós temos a tendência de procurar explicações, que passado algum tempo, não têm importância. Quando a própria vida se encarrega de colocar as coisas no devido lugar, sentimos que não era bem aquilo que ansiávamos, porque dói, porque ainda dói.De qualquer das formas os dias passam e acumulam-se em semanas e posteriormente meses… A dor diminui. Deixamos de procurar respostas. Pura e simplesmente deixamos de precisar delas.A vida começa a encarrilar-se como sendo nova. Como se tivesse havido uma quebra. E houve, efectivamente. Houve a ruptura daquilo que era o nosso dia-a-dia antes, e o que passa a ser o nosso dia-a-dia hoje.Há dias em que nos sentimos incompletos, mas há outros em que sabemos que só podíamos ter escolhido este caminho. Que olhar em frente é o caminho.Tudo o que passou e ficou lá atrás, o que vivemos antes e que já não vivemos agora, transforma-se numa imensa bola de tudo. O que foi, o que não foi, o que poderia ter sido, o que nunca será. Os sonhos construídos e os que nunca chegaram a projectos.Apenas encontro uma palavra. Lições. Tudo o que ficou serviu e servirá para nos ensinar. Todos os dias que vivemos, aprendemos. Nada acontece por acaso, se não é por um motivo, é por outro. Mas tudo tem uma razão de ser e de existir."
"Recomeçar depois de…
Todos os dias se olha para trás em busca de mais uma ponta de força.Todos nós temos a tendência de procurar explicações, que passado algum tempo, não têm importância. Quando a própria vida se encarrega de colocar as coisas no devido lugar, sentimos que não era bem aquilo que ansiávamos, porque dói, porque ainda dói.De qualquer das formas os dias passam e acumulam-se em semanas e posteriormente meses… A dor diminui. Deixamos de procurar respostas. Pura e simplesmente deixamos de precisar delas.A vida começa a encarrilar-se como sendo nova. Como se tivesse havido uma quebra. E houve, efectivamente. Houve a ruptura daquilo que era o nosso dia-a-dia antes, e o que passa a ser o nosso dia-a-dia hoje.Há dias em que nos sentimos incompletos, mas há outros em que sabemos que só podíamos ter escolhido este caminho. Que olhar em frente é o caminho.Tudo o que passou e ficou lá atrás, o que vivemos antes e que já não vivemos agora, transforma-se numa imensa bola de tudo. O que foi, o que não foi, o que poderia ter sido, o que nunca será. Os sonhos construídos e os que nunca chegaram a projectos.Apenas encontro uma palavra. Lições. Tudo o que ficou serviu e servirá para nos ensinar. Todos os dias que vivemos, aprendemos. Nada acontece por acaso, se não é por um motivo, é por outro. Mas tudo tem uma razão de ser e de existir."
segunda-feira, abril 21, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
quarta-feira, abril 09, 2008
quinta-feira, abril 03, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
"Romance
Olha o mundo.
E faz perguntas, como se nascesses agora, sobre o que vês.
Sobre o que é a luz, e a realidade, e a subtil diferença
Entre o superficial e o profundo.
E então, se quiseres mesmo, talvez
Consigas entender o que sinto na tua presença.
E consigas perceber o que é renascer a cada momento,
E ter uma luz diferente cada dia.
E saber que o que sou é porque és,
E que sem isso nada mais é que deserto.
E que se te pareço a ti incerto,
A incerteza é tua porque para mim não há
Juras e promessas além de ti,
E leis além do que me dizes e olhas.
E quero, isso quero,
Quero-te amar não ao ponto de dar a minha vida por ti,
Mas ao ponto de dar a minha vida contigo.
Quero amar-te não ao ponto de dar a minha vida por nós,
Mas sermos nós a minha vida.
E quero amar-te para além do significado das palavras
E para além do significado do amor,
Mas nunca para além do teu significado.
E se não quiseres,
Não precisas de querer.
O amor não se quer, cria ou transforma.
Existe, em mim, por ti até morrer,
E se não existe em ti, nada a fazer, pois não se forma."
by Pedro Leitão
Olha o mundo.
E faz perguntas, como se nascesses agora, sobre o que vês.
Sobre o que é a luz, e a realidade, e a subtil diferença
Entre o superficial e o profundo.
E então, se quiseres mesmo, talvez
Consigas entender o que sinto na tua presença.
E consigas perceber o que é renascer a cada momento,
E ter uma luz diferente cada dia.
E saber que o que sou é porque és,
E que sem isso nada mais é que deserto.
E que se te pareço a ti incerto,
A incerteza é tua porque para mim não há
Juras e promessas além de ti,
E leis além do que me dizes e olhas.
E quero, isso quero,
Quero-te amar não ao ponto de dar a minha vida por ti,
Mas ao ponto de dar a minha vida contigo.
Quero amar-te não ao ponto de dar a minha vida por nós,
Mas sermos nós a minha vida.
E quero amar-te para além do significado das palavras
E para além do significado do amor,
Mas nunca para além do teu significado.
E se não quiseres,
Não precisas de querer.
O amor não se quer, cria ou transforma.
Existe, em mim, por ti até morrer,
E se não existe em ti, nada a fazer, pois não se forma."
by Pedro Leitão
terça-feira, abril 01, 2008
sábado, março 29, 2008
EXPECTACULAR!!!
Cercal do Alentejo/ Herdade do Reguenguinho
e descubra a felicidade...
um monte de cinco sentidos: o tacto, o gusto, o vedere, o olor, o oirum monte alentejano nada convencional, em que as paredes caiadas de branco são substituídas por laranja vivo, que em tudo é diferente e que ambiciona criar uma atmosfera chill out, de tranquilidade, e muita vontade de estar…esta é a filosofia de quem concebeu o espaço com apurado sentido estético, originalidade e criatividade na arquitectura e nos interiores
detalhes que deixam antecipar uma vida ligada às artes, neste caso à publicidade, que foi trocada pela calma alentejana
no reguenguinho tudo inspira tranquilidade,
a começar pela bonita estrada de acesso,
as boas vindas do relações publicas da casa, o Vasquinho,
e o tom doce com que nos recebem, só se pode ficar de bem com a vida…
à entrada da casa, uma antiga prancha de surf em madeira apoiada na armação de uma maquina de costura, e as fotografias a preto e branco das viagens da Susana
tectos altos, paredes em taipa, uma mescla perfeita de peças antigas e contemporâneas, com elementos étnicos, da índia e marrocos, a dar muita personalidade a este espaço
na sala os sofás de design contemporâneo estão arrumados em redor da lareira,
uma original parede em taipa separa a sala do lounge indiano,
uma área chill out, em que a entrada é feita por uma porta indiana em madeira, com grandes almofadões brancos pelo chão, janelas imensas e uma magnifica vista para o campo…
a criar a atmosfera, boa musica e excelentes livros de viagens, fotografia, arquitectura, pintura, e decoração
as grandes janelas dão acesso a um deck em madeira, com espreguiçadeiras, pleno de sensualidade e onde o final do dia apela aos cinco sentidos…
a sala de refeições é maior divisão da casa e que acaba por funcionar como biblioteca, com livros sobre a obra de Paula Rego, Miro, Matisse…e que se prolonga sobre um alpendre onde as refeições também podem ser servidas
o pequeno almoço, para além de delicioso, é servido até às 12h
e ainda que faça parte das áreas comuns, sugerimos uma boa desculpa para ir até à cozinha…original, imaculada e bonita, um prazer para os sentidos… simplicidade e pureza nas linhas, paredes pintadas de encarnado, metal, cimento polido e louceiros em casquinha
os quartos, alinhados ao longo de um alpendre, são todos diferentes, cada um com a sua cor e com o nome dos cinco sentidos
as camas são grandes , com várias almofadas e uma mantinha aos pés da cama e originais cabeceiras, criadas a pensar em cada um dos quartos
um estilo hippie-chic, aparentemente relaxed mas com muito conforto
por todo o espaço se encontram inúmeros recantos a preservar a intimidade e a apelar à descontracção
um quadro de xisto junto à piscina, sugere actividades para o dia, passear de bicicleta pelo campo ou descansar…que é de borla
a piscina a quebrar sobre a planície, é a perfeição na cor, simplicidade e localização, tem espreguiçadeiras, camas repletas de almofadas e uma bucólica vista sobre a imensidão dos vales e das colinas onde se acendem luzinhas ao cair da noite
a acompanhar o momento, uma sangria de champagne ou uma caipiroska com muita lima, porque na herdade do reguenguinho quer-se chill out sem fundamentalismos
e descubra a felicidade...
um monte de cinco sentidos: o tacto, o gusto, o vedere, o olor, o oirum monte alentejano nada convencional, em que as paredes caiadas de branco são substituídas por laranja vivo, que em tudo é diferente e que ambiciona criar uma atmosfera chill out, de tranquilidade, e muita vontade de estar…esta é a filosofia de quem concebeu o espaço com apurado sentido estético, originalidade e criatividade na arquitectura e nos interiores
detalhes que deixam antecipar uma vida ligada às artes, neste caso à publicidade, que foi trocada pela calma alentejana
no reguenguinho tudo inspira tranquilidade,
a começar pela bonita estrada de acesso,
as boas vindas do relações publicas da casa, o Vasquinho,
e o tom doce com que nos recebem, só se pode ficar de bem com a vida…
à entrada da casa, uma antiga prancha de surf em madeira apoiada na armação de uma maquina de costura, e as fotografias a preto e branco das viagens da Susana
tectos altos, paredes em taipa, uma mescla perfeita de peças antigas e contemporâneas, com elementos étnicos, da índia e marrocos, a dar muita personalidade a este espaço
na sala os sofás de design contemporâneo estão arrumados em redor da lareira,
uma original parede em taipa separa a sala do lounge indiano,
uma área chill out, em que a entrada é feita por uma porta indiana em madeira, com grandes almofadões brancos pelo chão, janelas imensas e uma magnifica vista para o campo…
a criar a atmosfera, boa musica e excelentes livros de viagens, fotografia, arquitectura, pintura, e decoração
as grandes janelas dão acesso a um deck em madeira, com espreguiçadeiras, pleno de sensualidade e onde o final do dia apela aos cinco sentidos…
a sala de refeições é maior divisão da casa e que acaba por funcionar como biblioteca, com livros sobre a obra de Paula Rego, Miro, Matisse…e que se prolonga sobre um alpendre onde as refeições também podem ser servidas
o pequeno almoço, para além de delicioso, é servido até às 12h
e ainda que faça parte das áreas comuns, sugerimos uma boa desculpa para ir até à cozinha…original, imaculada e bonita, um prazer para os sentidos… simplicidade e pureza nas linhas, paredes pintadas de encarnado, metal, cimento polido e louceiros em casquinha
os quartos, alinhados ao longo de um alpendre, são todos diferentes, cada um com a sua cor e com o nome dos cinco sentidos
as camas são grandes , com várias almofadas e uma mantinha aos pés da cama e originais cabeceiras, criadas a pensar em cada um dos quartos
um estilo hippie-chic, aparentemente relaxed mas com muito conforto
por todo o espaço se encontram inúmeros recantos a preservar a intimidade e a apelar à descontracção
um quadro de xisto junto à piscina, sugere actividades para o dia, passear de bicicleta pelo campo ou descansar…que é de borla
a piscina a quebrar sobre a planície, é a perfeição na cor, simplicidade e localização, tem espreguiçadeiras, camas repletas de almofadas e uma bucólica vista sobre a imensidão dos vales e das colinas onde se acendem luzinhas ao cair da noite
a acompanhar o momento, uma sangria de champagne ou uma caipiroska com muita lima, porque na herdade do reguenguinho quer-se chill out sem fundamentalismos
sexta-feira, março 28, 2008
quarta-feira, março 26, 2008
terça-feira, março 25, 2008
domingo, março 23, 2008
sábado, março 22, 2008
sexta-feira, março 21, 2008
quinta-feira, março 20, 2008
quarta-feira, março 19, 2008
terça-feira, março 18, 2008
... gostar de alguém
"Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós. "
by Alvim
by Alvim
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